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  Cabo Verde
20 prelados na reunião da Fundação João Paulo II do Sahel
- 11-Feb-2004 - 15:35

Cerca de duas dezenas de prelados africanos e europeus iniciaram hoje em Bissau a 22ª Sessão do Conselho de Administração da Fundação João Paulo II para o Sahel, reunião destinada a fazer um balanço da instituição.


A cerimónia de abertura do encontro foi presidida pelo monsenhor Séraphin Rouamba, arcebispo de Koupéla (Burkina Faso) e também presidente do Conselho de Administração da Fundação, que celebra a 22 deste mês o 20º aniversário.

Na ocasião, o prelado burkinabé destacou as actividades da Fundação na Guiné-Bissau, país que, desde que aderiu à instituição, em 1992, recebeu apoios financeiros para 43 projectos, avaliados em cerca de 561 milhões de francos CFA (cerca de 856 mil euros).

"No entanto, a maioria desses projectos não se concretizou, sobretudo devido ao conflito militar de 1998/99, razão pela qual é necessário agora reactivá-los", sublinhou o arcebispo de Koupéla.

Em representação do governo esteve o ministro da Presidência do Conselho de Ministros, Armando Tchobá dos Santos, que destacou a importância da Igreja Católica na Guiné-Bissau, "que faz da solidariedade um exemplo para todos".

Os trabalhos da Fundação vão decorrer até 18 deste mês e, até lá, representantes do Burkina Faso, Cabo Verde, Gâmbia, Guiné-Bissau, Mali, Mauritânia, Níger, Senegal, Alemanha, Itália e do Vaticano irão analisar o passado, o presente e o futuro da instituição.

A Fundação, criada a 22 de Fevereiro de 1984 e com sede em Ouagadougou, capital do Burkina Faso, vai também estudar a forma de reactivar os projectos previstos para a Guiné-Bissau, sobretudo ligados ao desenvolvimento rural.

O padre italiano Alberto Zamberletti, director da Cáritas da Guiné-Bissau, organização que promove o evento, indicou que, entre os vários projectos está a "Feira das Possibilidades".

Este projecto é, segundo o prelado, um programa de âmbito nacional, cuja principal vertente será a formação técnica em áreas como a agricultura e tecnologias apropriadas.

"É um projecto em Nhabidjon (junto a Bambadinca, 120 quilómetros a leste de Bissau) virado sobretudo para a juventude. Apesar de ficar localizada na diocese de Bafatá (150 quilómetros a leste de Bissau), a 'Feira das Possibilidades' é um projecto de âmbito nacional", afirmou.

"A Fundação está localizada na região em que actua e quem decide quais os projectos a apoiar são as pessoas que lá vivem, que contactam diariamente com as populações e que conhecem de perto as suas dificuldades e necessidades", sublinhou.

A Fundação João Paulo II para o Sahel tem por missão lutar contra a seca, restaurar o ambiente saheliano degradado, obter a auto- suficiência e a segurança alimentares na sub-região e ainda lutar contra a pobreza.

Para atingir estes objectivos, a fundação favorece a formação de pessoas que se empenhem a servir o país num espírito de promoção humana integral e solidária na luta contra a desertificação do Sahel, compreender as suas causas e socorrer as vítimas da seca.

As várias áreas de actuação passam pelas do ambiente e ecologia, agricultura e horticultura, pecuária e pesca, energias renováveis, captação de água, animação de comunidades e alfabetização e formação técnico-profissional.

A Fundação João Paulo II para o Sahel, financiada pelos fiéis, foi criada em 1984 pelo Papa, em resposta a um apelo em favor desta região a sul do deserto do Saara feito em Maio de 1980 na catedral de Ouagadougou.

Presentes estão também o Núncio Apostólico do Papa (embaixador da Santa Sé na África Ocidental), representantes das Conferências Episcopais da Alemanha e Itália, principais financiadores da fundação, e da "Cor Unum", organismo para as obras sociais de João Paulo II.


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