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Procurador admite complexidade em investigações tráfico de órgãos
- 11-Feb-2004 - 15:39
O procurador-geral da República de Moçambique, Joaquim Madeira, considerou hoje "complexas" as investigações sobre suspeitas de extracção de órgãos humanos para tráfico em Moçambique.
"A natureza e as circunstâncias dos prováveis crimes e os fins a que se destinam, que parece ser o tráfico, são tão complexos que tornam as próprias investigações num verdadeiro melindre", sublinhou Madeira.
Para se determinar, "com consistência", se houve ou não extracção de órgãos humanos para tráfico, "a justiça precisa de tanto tempo quando possível e nunca de pressa, tendo em conta a delicadeza dos crimes em investigação", acrescentou o procurador-geral da República.
Joaquim Madeira adiantou que irá receber, "a qualquer altura", os resultados periciais dos médicos legistas, por forma a definir-se todos os contornos dos alegados homicídios, para tráfico.
A Procuradoria-Geral de Moçambique iniciou na última semana de Janeiro uma investigação, em conjunto com autoridades policiais e especialistas em medicina legal, na província de Nampula, norte de Moçambique, na sequência de suspeitas de tráfico de órgãos humanos e que incidiu na exumação de cadáveres de alegadas vítimas.
Madeira acrescentou que a equipa de investigadores, chefiada pelo procurador geral adjunto, Rafael Sebastião, está ainda a efectuar a análise dos elementos recolhidos no terreno.
"As nossas expectativas estão centradas nos resultados dos médicos legistas, enquanto os investigadores também prosseguem com o seu trabalho", sublinhou Joaquim Madeira.
As suspeitas de mortes e extracção de órgãos humanos, para posterior tráfico, foram levantadas por denúncias de uma freira brasileira de uma diocese da província de Nampula, norte de Moçambique, levando as autoridades judiciais moçambicanas a efectuar uma investigação neste ponto e noutras áreas do país.

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