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  Cabo Verde
Oposição guineense contesta saúde mental de Kumba Ialá
- 24-Oct-2002 - 21:45

O presidente moçambicano, Joaquim Chissano, recebeu hoje um documento polémico em que a oposição guineense faz uma análise cáustica da situação na Guiné-Bissau e questiona a saúde mental de Kumba Ialá.





O documento, assinado pela plataforma da oposição e tornado público já há alguns dias, foi entregue a Chissano pelo presidente do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

A entrega do documento ocorreu durante um encontro entre o Chefe de Estado moçambicano, em visita de trabalho de três dias à Guiné-Bissau, e os partidos da oposição, em que, no entanto, apenas participaram o PAIGC e a ala da Resistência da Guiné-Bissau (RGB) liderada por Salvador Tchongó.

Ausentes, sem explicação tornada pública, estiveram alguns dos partidos com assento parlamentar, como a Aliança Democrática (AD), o Partido Social Democrata (PSD), a União para a Mudança (UM), a Frente Democrática (FD) e a União Nacional para a Democracia e Progresso (UNDP).

Carlos Gomes Júnior, presidente do PAIGC, explicou aos jornalistas no fim do encontro, que Joaquim Chissano deu garantias do seu empenho para «interceder junto das autoridades e do Presidente da República, Kumba Ialá, para analisar os problemas mais candentes que lhe foram colocados».

A crise económica e as derrapagens financeiras na gestão da economia guineense, traduzidas nos relatórios do Fundo Monetário Internacional (FMI), são algumas das questões colocadas pela oposição a Joaquim Chissano.

Também o partido do poder, o Partido da Renovação Social (PRS), disse que as questões económicas estiveram no centro da conversa que esta formação política manteve com o presidente moçambicano, afirmando que «é preciso fazer um esforço para que os políticos guineenses ganhem credibilidade internacional».

Yaya Djaló, vice-presidente do PRS, adiantou que, «apesar das dificuldades do país, o PRS vai resolvendo, com meios próprios, os problemas pontuais», esclarecendo que este esforço foi transmitido a Chissano.

«É preciso gente credível na política e que todos tenham o interesse comum de desenvolver a Guiné-Bissau», disse, adiantando que «Moçambique pode advogar em nome da Guiné-Bissau nos fóruns internacionais».

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