Apoio ao investimento estrangeiro em Portugal
           As Notícias do Mundo Lusófono
 Notícias de Angola Notícias do Brasil Notícias de Cabo Verde Notícias da Guiné-Bissau Notícias de Moçambique Notícias de Portugal Notícias de São Tomé e Príncipe Notícias de Timor Leste
Ir para a página inicial de Noticias Lusofonas desde 1997 toda a lusofonia aqui
 Pesquisar
 
          em   
 Notícias

 » Angola
 » Brasil

 » Cabo Verde
 » Guiné-Bissau
 » Moçambique
 » Portugal
 » S. Tomé e Príncipe
 » Timor Leste
 » Comunidades
 » CPLP
 
Informação Empresarial
Anuncie no Notícias Lusófonas e divulgue a sua Empresa em toda a Comunidade Lusófona
 Canais


 » Manchete
 » Opinião
 » Entrevistas
 » Comunicados
 » Coluna do Leitor
 » Bocas Lusófonas
 » Lusófias
 » Alto Hama

 » Ser Europeu

Siga-nos no
Siga o Notícias Lusófonas no Twitter
Receba as nossas Notícias


Quer colocar as Notícias Lusófonas no seu site?
Click Aqui
Add to Google
 Serviços

 » Classificados
 » Meteorologia
 » Postais Virtuais
 » Correio

 » Índice de Negócios
 
Venha tomar um cafezinho connoscoConversas
no
Café Luso
 
  Brasil
Freira lamenta silêncio da igreja sobre suposto tráfico de órgãos
- 24-Feb-2004 - 17:53

A freira brasileira Maria Elilda, que denunciou o alegado tráfico de órgãos humanos na província moçambicana de Nampula, lamentou hoje o "silêncio grave" da igreja em relação aos supostos crimes, criticando ainda a ONU e a Amnistia Internacional.


"Há um silêncio bastante grave e profundo por parte de todos, incluindo a igreja e outras organizações cívicas", sublinhou a religiosa brasileira, em declarações à Lusa, um dia após o procurador- geral da República de Moçambique, Joaquim Madeira, ter negado, com base num relatório pericial, a existência de extracção de órgãos humanos para tráfico.

Sobre as razões que estão por detrás do pretenso silêncio da igreja, Maria Elilda, 45 anos, referiu a acção de "poderosas forças" que, disse, comandam os alegados casos de tráfico.

"Não são pessoas pobres que se envolvem no tráfico de órgãos humanos, os pobres são apenas vítimas", afirmou Elilda.

A freira brasileira repudiou igualmente a falta de reacção das Nações Unidas e da Amnistia Internacional, a quem disse ter enviado cartas em finais de 2003, denunciando a ocorrência de inúmeros casos de assassínios que relacionou com o tráfico de órgãos humanos.

Maria Elilda acrescentou que a sua "coragem em denunciar" os supostos crimes teve como consequência que a sua situação em Moçambique não esteja boa, dizendo haver muitas pessoas que a querem ver "pelas costas e fora do país".

"No âmbito dos projectos sociais em que estou envolvida, este é o meu último ano em Moçambique, estou de malas aviadas e sei que isso satisfaz muitos que me querem ver pelas costas", sublinhou a religiosa, há nove anos no país.

Elilda disse ainda estar em curso uma campanha de difamação contra si, indicando que estaria a sofrer distúrbios mentais e de que terá sido expulsa do Brasil.

"Lançam toda a sorte de infâmias para me desacreditarem e abafar o drama", acusou a freira.


Marque este Artigo nos Marcadores Sociais Lusófonos




Ver Arquivo


 
   
 
 

 Ligações

 Jornais Comunidades
 
         
  Copyright © 2009 Notícias Lusófonas - A Lusofonia aqui em primeira mão | Sobre Nós | Anunciar | Contacte-nos

 edição Portugal em Linha - o portal da Comunidade Lusófona Web Design e SEO Portugal / Brasil por NOVAimagem