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Polícia de Nampula confirma assassínio de religiosa brasileira
- 26-Feb-2004 - 20:15
O porta-voz da polícia de Nampula confirmou hoje à Agência Lusa o assassínio de uma religiosa brasileira da igreja Evangélica de confissão Luterana, ocorrido terça-feira, na sua residência, e indicou não terem sido efectuadas quaisquer detenções.
Ao lado do corpo da missionária Duraci Epinger encontrava-se um martelo ensanguentado, especificou Oliveira Maneque, acrescentando que a polícia foi alertada para o crime por vizinhos da missionária que trabalhava em Moçambique desde 1998.
"Fomos solicitados pela vizinhança para retirar o corpo sem vida de uma mulher que suspeitamos ter sido assassinada, pois encontramos o cadáver estatelado e ao seu lado um martelo que pensamos ter sido o instrumento utilizado para o crime", sublinhou.
Oliveira Maneque explicou que o corpo de Duraci foi descoberto pelos vizinhos terça-feira última na sua residência, no bairro Mutuala, na principal rua da cidade de Nampula, no norte do país, onde vivia sozinha, suspeitando-se que a sua morte tenha sido "planificada".
"Encontrámos a porta da sua casa fechada por fora, o que não é normal. Não há sinal de arrombamento e isso leva-nos a crer que os criminosos terão sido atendidos pela vítima e convidados a entrar", disse o porta-voz da polícia.
Maneque referiu que o corpo encontra-se na morgue do principal hospital de Nampula, aguardando pela autópsia prevista para hoje, e que "os assassinos continuam a monte".
"Até ao momento não detivemos nenhum indivíduo, apenas temos suspeitas", sublinhou o porta-voz da polícia em Nampula.
Em 2001 a missionária tinha enviado uma carta à direcção da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil revelando que recebera ameaças de morte, relacionadas com o alegado tráfico de órgãos de crianças, um caso que está a abalar a província de Nampula.
No final do último ano, uma freira católica, Maria Elilda, denunciou a prática de homicídios, rapto de menores e tráfico de órgãos humanos e declarou estar a ser ameaçada pelos alegados traficantes.
Na segunda-feira, a Procuradoria-Geral da República de Moçambique revelou os resultados de uma investigação desencadeada na província de Nampula, concluindo que as perícias efectuadas a cadáveres exumados não indiciavam a prática de tráfico de órgãos humanos.

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