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Durão Barroso defende um novo renascimento nas relações com o Brasil
- 8-Mar-2004 - 17:18
Portugal e o Brasil devem projectar para o futuro um verdadeiro renascimento das suas relações, defendeu hoje o primeiro-ministro, Durão Barroso, na abertura da VII Cimeira Luso-Brasileira, que decorre em Brasília.
"Sem prejuízo dos interesse próprios (...), devemos procurar cimentar esta aliança entre dois países que estão relativamente distantes do ponto de vista geográfico e estão tão próximos em tantas áreas", disse Durão Barroso.
Na sua intervenção, o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, pediu o apoio de Portugal para que o Mercosul assine ainda este ano, o acordo de livre comércio com a União Europeia.
"Vivemos um momento altamente favorável para uma relação estratégica entre as duas regiões e por isso contamos com o empenhamento de Portugal para que possamos assinar ainda este ano, o acordo de associação Mercosul/União Europeia", afirmou Lula da Silva.
O presidente brasileiro referiu que "o Brasil e o Mercosul oferecem portas de entrada privilegiadas para a participação de capitais portugueses no processo de integração sul-americano, em particular, por meio de obras de infra- estrutura".
Durão Barroso garantiu ao presidente Lula da Silva que "desde sempre, Portugal tem apoiado essa integração regional" e que o Brasil pode contar com Portugal como um espaço privilegiado para entrar no novo mercado europeu de 450 milhões de consumidores.
Na sua intervenção na abertura da Cimeira Luso- Brasileira, Durão Barroso destacou ainda que se registou um "crescimento assinalável" nas relações económicas entre os dois países e defendeu um maior investimento do Brasil em Portugal.
"É necessário garantir a estabilidade do quadro legislativo", regulatório e das decisões políticas dos dois países com o objectivo de dar confiança ao investimento português no Brasil e brasileiro em Portugal" afirmou Durão Barroso.
A questão dos brasileiros em situação ilegal em Portugal e dos portugueses no Brasil foi igualmente destacada na abertura dos trabalhos da cimeira, com Durão Barroso a garantir que as decisões tomadas para solucionar os problemas "foram boas" e "contribuíram para reforçar a confiança e amizade entre os dois governos e os dois países".
O governo português anunciou que até ao final de 2004, todos os brasileiros em situação irregular em Portugal terão a sua permanência legalizada.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva agradeceu o empenho de Durão Barroso para resolver o problema, salientando que a questão necessita "de uma solução definitiva".
Durão Barroso e Lula da Silva referiram-se ainda à importância da cooperação política no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e da responsabilidade de Portugal e Brasil moldarem um futuro para os povos que partilham da história, da língua e da cultura comuns.
"Quando recentemente houve crises em dois países que fazem parte da nossa comunidade, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe, a leitura que vingou e fez doutrina na Organização das Nações Unidas e na comunidade internacional foi precisamente a dos países da CPLP", sublinhou Durão Barroso.
Portugal é o único país europeu com o qual o Brasil mantém reuniões institucionais regulares ao nível de chefes do Governo.

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