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Acção integrada para discutir difusão do português
- 3-Dec-2002 - 18:03
Os ministérios das Relações Exteriores, Educação e Cultura dos Estados membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) promovem este mês, pela primeira vez em conjunto, uma reunião para discutir a difusão da língua.
O encontro dos representantes da CPLP está previsto para 12 e 13 de Dezembro, no Ministério da Cultura do Brasil, no Rio de Janeiro.
«A lusofonia é a essência da CPLP e sempre foi posta de lado», disse o assessor da área internacional do Ministério da Cultura brasileiro, embaixador Wladimir Murtinho, realçando a importância de uma acção integrada e coordenada daqueles três departamentos ministeriais do Brasil.
Segundo Murtinho, o objectivo da reunião do Rio é apresentar à próxima administração brasileira um projecto para a difusão da língua portuguesa, hoje falada por 200 milhões de pessoas no mundo.
Além dos oito países da CPLP - Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste -, estarão representados no encontro o Instituto Internacional de Língua Portuguesa (ILLP), com sede na Cidade da Praia, e a secretaria executiva da CPLP, de que é titular o brasileiro João Augusto de Médicis.
Passados quase 13 anos sobre a proposta que o então ministro da Cultura brasileiro José Aparecido Oliveira apresentou em São Luís do Maranhão, em 1989, como poderoso instrumento de difusão do português, o IILP continua ainda frágil e sem projectos que beneficiem os cidadãos da comunidade.
A primeira assembleia do instituto só aconteceu em Abril deste ano, quando se confirmou a eleição de Ondina Ferreira, uma ex-ministra da Cultura de Cabo Verde, para um mandato de dois anos na direcção executiva do IILP.
A expectativa é de que do encontro do Rio, financiado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil, país que ocupa a presidência rotativa da CPLP, saiam propostas concretas para o fortalecimento de uma política de difusão da língua portuguesa.
Espera-se também que o governo de Luiz Inácio Lula da Silva abrace esta causa, fundamental à CPLP e em especial a alguns dos seus membros como Timor-Leste, onde 67 por cento da população é analfabeta e só uma minoria fala português.

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