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«Idioma comum beneficia Brasil e Portugal na globalização»
- 9-Mar-2004 - 18:34
Portugal e Brasil podem beneficiar do idioma comum para enfrentar os desafios modernos da globalização da economia, disse hoje o primeiro-ministro, Durão Barroso, em São Paulo.
"Não há que ter medo da globalização. A globalização está aí e o melhor é prepararmo-nos. Os portugueses estiveram na origem da primeira grande globalização quando puseram a Europa em contacto com as Américas, África e com a Ásia", disse o primeiro-ministro.
"Um dos instrumentos que temos nessa nova globalização é a possibilidade de nos entendermos num idioma comum", referiu Durão Barroso, em São Paulo, última etapa da visita oficial de quatro dias ao Brasil.
O primeiro-ministro considerou "magnífica" a cimeira luso- brasileira, que decorreu segunda-feira, em Brasília.
Durão Barroso salientou que as visitas bilaterais de autoridades luso-brasileiras ganharam "uma certa normalidade" e um maior grau de "pragmatismo", nos últimos anos.
"Antigamente quando se falava de Portugal era mais no plano simbólico e histórico", disse Durão Barroso, referindo-se ao tratamento dado a Portugal pelos media brasileiros.
"Hoje, Portugal aparece nas páginas de economia, o que por um lado é o sinal do pragmatismo da nova dinâmica do carácter mais maduro que tem as relações entre Brasil e Portugal", referiu o primeiro-ministro.
Durão Barroso falava depois de ter assistido a um concerto comemorativo dos 450 anos de São Paulo, na igreja dos jesuítas no Pátio do Colégio, pelo Coro e Orquestra de Câmara "Américantiga" de Ricardo Bernardes que interpretou obras do compositor português do século XVIII André da Silva Gomes.
Depois acompanhado pelo governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, o primeiro-ministro visitou as obras da Estação da Luz onde vai funcionar um centro de língua portuguesa.
O projecto "Estação Luz da Nossa Língua" é resultado de uma parceria entre Governo do Estado de São Paulo e empresas privadas, nomeadamente da Telesp Celular (TC), do grupo Portugal Telecom (PT).
O projecto, orçado em 9 milhões de euros vai transformar a Estação da Luz, um marco histórico da cidade de São Paulo, inaugurado em 1901, num centro internacional de referência da língua portuguesa.
Durão Barroso assistiu, entretanto, à ratificação do protocolo de cooperação entre o Instituto Camões (IC), a Fundação Roberto Marinho (FRM) e a Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
O documento que estabelece medidas concretas entre os três organismos destinado à criação do Projecto Estação da Luz da Nossa Língua, foi assinado na Pinacoteca do Estado de São Paulo por João Pignatelli do IC, Claúdia Costin da Secretaria de Cultura e um representante da FRM.
"São Paulo que é uma das maiores cidades do mundo será um pólo de irradiação da cultura portuguesa luso-brasileira", assegurou Durão Barroso, ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
"Quero com isso dar o meu sinal de respeito de consideração e de amizade a São Paulo e a este grande país. Temos um grande orgulho pelo que tem vindo a ser feito conjuntamente pelo Brasil e Portugal pela valorização de nosso idioma comum", referiu Durão Barroso.
O primeiro-ministro afirmou que antes do regresso hoje a Lisboa ainda terá um encontro com empresários brasileiros no que considerou ser "uma reunião pragmática de troca de opiniões para informar sobre a situação de Portugal. Os grandes investidores brasileiros são bem vindos em Portugal para promover investimentos nos dois sentidos e isso é útil para os dois países", disse.
Participam no encontro responsáveis pelas empresas Embraer, Companhia Siderúrgica Nacional, Suzano, Votoratim, Odebrecht, entre outros.
No encontro, Durão Barroso vai referir-se ao último relatório do Deutsche Bank sobre a economia portuguesa.
Durão Barroso esteve no Brasil em visita oficial durante quatro dias tendo-se deslocado ao Rio de Janeiro para um encontro com a comunidade portuguesa de onde seguiu para Brasília para participar na VII Cimeira luso-brasileira.

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