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Missão de observadores da CPLP chega sexta-feira
- 18-Mar-2004 - 17:51
A missão de observadores da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para as eleições legislativas de 28 deste mês na Guiné-Bissau, composta por 32 elementos, chega sexta- feira ao país, informou hoje fonte da organização.
Segundo a assessora de imprensa da CPLP, a missão será chefiada pelo secretário executivo adjunto da organização, o moçambicano Zeferino Martins.
Do total de elementos da missão apenas o de Cabo Verde e os dois de São Tomé chegam mais tarde a Bissau, no dia 24.
A fonte da organização explicou que da parte do secretariado executivo da CPLP seguem para a Guiné-Bissau dois elementos, sendo a restante delegação composta por 10 observadores de Portugal, cinco de Angola, sete do Brasil, um de Cabo Verde, dois de Moçambique, dois de São Tomé e Príncipe e três de Timor-Leste.
Os observadores brasileiros, acrescenta a fonte, já se encontram na Guiné-Bissau há algum tempo para apoio técnico à Comissão Nacional de Eleições (CNE).
Já em Bissau, os observadores da CPLP efectuarão visitas à CNE e às várias Comissões Regionais de Eleições (CRE).
No dia anterior às eleições, a missão do espaço lusófono é distribuída por equipas multinacionais, compostas por duas pessoas cada. Cada equipa observará 10 secções de voto, e fica numa durante a contagem, acompanhando depois o processo até à entrega dos resultados à respectiva CRE.
No próprio dia das eleições, bem como no dia seguinte, os observadores da CPLP reúnem-se e elaboram um comunicado conjunto a dar conta do resultado da missão, estando previsto que fiquem em Bissau até dia 02 de Abril.
A mesma fonte adianta que além da missão da CPLP está já confirmada a presença de 10 observadores do Senegal, quatro da Gâmbia, dois da Rússia, um da Mauritânia e 10 da Organização Internacional da Francofonia (OIF).
Os Estados Unidos, a Holanda e a Alemanha enviarão diplomatas acreditados em Dacar, mas que não terão o estatuto de observadores.
Estas são as primeiras eleições na Guiné-Bissau após o golpe de Estado de 14 de Setembro que levou à demissão do presidente Kumba Ialá. Concorrem a estas legislativas 15 formações políticas.

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