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Países lusófonos
debatem soluções
para o Hiv/Sida

- 19-Mar-2004 - 10:02


Conferência internacional realiza-se em Luanda nos dias 15, 26 e 27 de Maio

As estatísticas mundiais sobre o HIV/SIDA, segundo a ONUSIDA e demais instituições que neste domínio trabalham, revelam-nos que a África Subshariana, suporta o maior fardo da infecção por HIV. O número de casos de HIV/SIDA na África Subshariana, representam quase a metade do total de casos a nível mundial. Para debater toda esta relevante e vital questão, realiza-se em Luanda (Angola) nos dias 25, 26 e 27 de Maio uma conferência que envolve todos os países da Lusofonia.


O quadro dramático que a situação nos apresenta exige da parte de todas forças vivas das nações, particularmente as igrejas, como organizações sociais por excelência a engajarem-se para mudar o presente quadro.

A epidemia que teve o seu inicio no fim da década 70 e começo da 80, infectou já na África Subshariana até ao fim de 2002, cerca de 29,4 milhões de adultos e crianças com uma taxa de prevalência de 8,8%, número considerado superior em comparação com outros continentes e regiões.

Justificação

Ao nível do movimento ecuménico mundial, particularmente EHAIA – Iniciativas africanas sobre o HIV/SIDA, tem-se notado consideravelmente as ausências dos Países Africanos da Língua Oficial Portuguesa, como é caso concreto: em Maio de 2003, o Conselho Mundial de Igreja, a Caritas Internacional e a Conferência Mundial sobre a Paz e Religião, organizaram uma conferência sobre as novas parcerias com as organizações baseadas na fé, cujos objectivos, circunscreviam-se no incremento das estratégias para o acesso a prevenção, cuidados e tratamentos.

Dentre os Países africanos da expressão da língua oficial portuguesa, só 2 participaram, nomeadamente Angola e Moçambique. As ausências dos demais países (Guiné-Bissau, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe) neste magno encontro, retirou de certo modo o protagonismo destes mesmos no combate contra a pandemia.

A questão linguística tem estado também na base destas ausências, uma vez que os organizadores de tais eventos, esqueçam-se de que existem países lusófonos, por isso a interpretação é importante.

É preciso aproveitar o potencial das Igrejas nestes países e fazer com que o silêncio seja quebrado, uma vez por todas.

Objectivos

1. Partilhar experiências de trabalho em programas de HIV/SIDA entre as organizações e igrejas dos países Lusófonos

2. Estabelecer Redes das Organizações com base na fé (FBO) sobre o HIV/SIDA nos Países lusófonos

3. Aproximar as Redes das Organizações com base na fé (FBO) dos Países lusófonos a exemplo de outros países africanos da expressão inglesa e francofona

4. a) Desenvolver mecanismos de partilha de informações sobre o HIV/SIDA.

 Em cada País lusófono, entre os Países lusófonos, dentro de demais Países

b) Identificar e endereçar as questões relacionadas a estigma e discriminação
 Promover praticas que permitem a discussão ligados ao assunto

Metodologia e Processo

 Discussão com base nos documentos e partilha de experiências

 Discussões em painéis, partilha de experiências e os outros pontos de vista de combate contra a pandemia.

 Trabalhos em grupo

Resultados Esperados

Estes resultados, encaminharão os participantes a uma visão comum, definindo estratégias de trabalho conjunto e de transmissão de conhecimentos para as comunidades. Neste sentido, as organizações com base na fé, poderão servir de promotores na luta contra o HIV/SIDA nas comunidades:

Colaboração dos Países lusófonos em questões ligadas ao HIV/SIDA; definição das estratégias de intervenções na luta contra o HIV/SIDA entre as organizações da fé dos países lusófonos, driação de um canal comum de informações das iniciativas das FBO, dos países lusófonos na luta contra o HIV/SIDA, e outras organizações parceiras dos demais países.

Alertados sobre o perigo de HIV/SIDA: Criação de condições para o combate contra a estigma e discriminação; criação de condições de acesso ao suporte da PLWHA.

Planos Subsequentes

Follow up com uma conferência nacional; Plano de Acção nacional desenvolvido em colaboração com WCC, POA; Rede Nacional estabelecida e funcional; Canais de Comunicação estabelecidas e utilizadas; Tenham lugar visitas entre programas e visitas.

Para mais informações, contactar ernestorene@snet.co.ao


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