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Presidente da República defende esforço da CPLP para combate a paludismo
- 23-Mar-2004 - 14:54
O Presidente de São Tomé e Príncipe, Fradique de Menezes, defendeu hoje um esforço conjunto dos Estados membros da CPLP na adopção de estratégias comuns para o combate ao paludismo que afecta a maioria dos Países desta comunidade.
O Chefe de Estado são-tomense lançou este apelo hoje na abertura do Primeiro encontro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, CPLP, sobre o paludismo que decorre num dos hotéis da capital são-tomense.
"Estou certo de que, com a ajuda mútua entre nós, podemos alterar o actual cenário do paludismo nos nossos Países", disse Fradique de Menezes.
"Urge - exortou - unirmos esforços no seio da comunidade (...) para o reforço e o alcance dos objectivos preconizados em cada um dos respectivos planos estratégicos de luta contra esta doença nos nossos Países".
Lembrou, neste passo, que o paludismo impõe custos elevados para os orçamentos da maioria dos Países da comunidade e tem pesado negativamente sobre o desenvolvimento económico dos respectivos Estados, sobretudo os do continente africano e Timor-Leste.
Além de troca de experiências, esta primeira reunião da CPLP poderá, na previsão do presidente são-tomense, abrir o caminho para se identificar áreas de cooperação no domínio da investigação, formação, assistência técnica e bem assim para o estabelecimento de parcerias com vista a erradicação da doença.
"Não há dúvida de que este primeiro encontro vos proporcionará um momento ímpar de reflexão e de adopção de estratégias comuns em algumas das áreas de intervenção de luta contra o paludismo", disse.
Além do presidente de São Tomé e Príncipe, o acto de abertura contou com a presença de uma representante do secretariado executivo da CPLP, a angolana Juvelina Imperial, a primeira-ministra são-tomense, Maria das Neves, e vários membros do seu executivo, bem como representantes do corpo diplomático.
Participam no encontro técnicos e especialistas da área de saúde de Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe. Cabo Verde é único país da CPLP que não se faz representar.

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