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  Cabo Verde
As principais promessas da campanha para as eleições de domingo
- 23-Mar-2004 - 15:15

Governos de base alargada, pactos de estabilidade, aumentos de salários, construção de barragens hidroeléctricas e o acesso gratuito da população jovem à saúde e educação são promessas dos partidos que se apresentam às legislativas guineenses de domingo.


Coincidentes praticamente em todos os itens, as ideias apresentadas na campanha eleitoral pelas 15 forças políticas que concorrem às legislativas têm sido insistentemente difundidas nos diferentes comícios.

Inicialmente lançada pela coligação Plataforma Unida (PU), de Hélder Vaz, a ideia de se criar um "Pacto de Estabilidade" pós- eleitoral tem sido apoiada por várias outras formações políticas, que, nalguns casos, a anunciam como a sua "grande aposta".

Três partidos - Partido Unido Social-Democrata (PUSD, de Francisco Fadul), Aliança Popular Unida (APU, de Fernando Gomes) e União Eleitoral (UE, de Joaquim Baldé)- "agarraram" também a ideia e têm-na avançado em todas as iniciativas de campanha.

O "Pacto de Estabilidade" política visa, após as eleições, assinar um acordo entre a maioria das forças, para que a governação possa desenrolar-se sem incidentes de maior, uma vez que é o país que está em causa e não os interesses partidários, segundo Hélder Vaz.

O "apanhar" de ideias de outras formações políticas tem sido uma constante ao longo da campanha.

Outra dessas ideias foi lançada pelo PUSD, do antigo primeiro- ministro Fadul, que já prometeu, se for governo, triplicar o salário mínimo nacional, passando dos actuais 14.000 francos CFA (21,37 euros) para 42.000 francos CFA (64,12 euros).

A "receita" é, segundo Fadul, "simples" e passa pela reforma das estruturas do Estado e pela captação de verbas internas, nomeadamente pelo disciplinar das despesas públicas e por um "rigoroso" controlo dos impostos e dos montantes provenientes das Alfândegas e Pescas, as duas principais fontes de financiamento interno.

O aumento dos salários passou, pouco depois de Fadul ter anunciado a medida, a ser comum a todas as outras formações que, mais modestas e "mais realistas", se limitam a prometer um aumento dos ordenados para o dobro.

As diferenças surgem no modo de obtenção das verbas necessárias, com uns a seguirem as pisadas de Fadul e outros a indicarem que tudo será conseguido com a ajuda e compreensão da comunidade internacional.

Apenas uma das 15 forças políticas que concorrem às eleições já indicou que não fará um governo de base alargada: a ideia, originalmente lançada pelo Partido da Solidariedade e Trabalho (PST), hoje integrado na coligação PU, recebeu a "simpatia" de todos menos do Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

O actual líder do antigo partido, Carlos Gomes Júnior, disse já aos jornalistas que, se vencer, o PAIGC, "quando muito", estará na disposição de "negociar" com quadros de reconhecida capacidade uma eventual participação no executivo.

Outra das promessas eleitorais mais conhecidas é a do Partido da Renovação Social (PRS), de construir uma barragem hidroeléctrica em Xitole (a 100 quilómetros a sudeste de Bissau, em pleno centro do país), para abastecer de energia eléctrica "toda a Guiné-Bissau", também com a ajuda dos "amigos e parceiros" da comunidade internacional.

O acesso gratuito ao ensino primário e o acesso de crianças, grávidas e idosos aos cuidados de saúde primários e às urgências hospitalares são promessas comuns a todas as forças políticas, que defendem também o combate "implacável" à corrupção e à pobreza.

Os programas eleitorais são, na maioria dos casos, decalcados uns dos outros, tendo como "base" o do PAIGC, o mais elaborado e cuidado de todos (de 84 páginas).

Noutros casos, os partidos em campanha, que termina às 24:00 de sexta-feira (mesma hora em Lisboa), nem sequer têm programa de governação, como são os casos dos partidos Socialista (PS) e Democrático Social (PDS, de João Seco Mané).


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