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  Cabo Verde
Bissau é hoje palco de sete «mega-comícios»
- 26-Mar-2004 - 14:42

Bissau é hoje palco de sete "mega- comícios", tal como os consideram outras tantas formações políticas que escolheram a capital guineense para encerrar a campanha das eleições legislativas de domingo na Guiné-Bissau.


Segundo o comandante da Polícia de Ordem Pública (POP), B´Tchofla Na Fafé, a partir das primeiras horas da tarde de hoje, a capital guineense vai ficar intransitável, pois sete das 15 forças políticas que concorrem prometeram "mega-comícios" e várias outras surpresas para o fecho de 21 dias de intensa campanha.

As formações Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Partido Unido Social-Democrata (PUSD) e Partido da Renovação Social (PRS), a União para a Mudança (UM) e as coligações Plataforma Unida (PU), Aliança Popular Unida (APU) e União Eleitoral (UE) escolheram Bissau para encerrar a campanha.

As restantes oito pequenas forças partidárias preferiram, na sua grande maioria, terminar no interior do país as três semanas de campanha, iniciada a 06 deste mês.

Uma delas, o Fórum Cívico Guineense/Social-Democracia (FCG/SD), de Antonieta Rosa Gomes, a única mulher a chefiar um partido político na Guiné-Bissau e que já se apresentou nas eleições gerais de 1994 e 1999, nem sequer fará uma cerimónia oficial de encerramento.

Além da pouca expressão nacional, é a razão étnica ou o facto de alguns dos seus líderes terem nascido nalguma localidade do interior, onde gozam de alguma popularidade, que os leva para as diferentes "tabankas" (aldeias) espalhadas pelo país.

Bissau foi visitada em duas ocasiões pelos principais partidos, que terminaram quinta-feira uma terceira deslocação ao interior, sobretudo às regiões de Bafatá (150 quilómetros a Leste de Bissau), Gabú (200) e Oio (140 quilómetros a norte), onde se lançaram na "caça ao voto".

Estas três regiões, de um total de nove, representam 43 por cento (44) dos 102 deputados a eleger à próxima Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento).

Antes dos comícios, a Comissão Nacional de Eleições (CNE) vai divulgar de manhã o total de eleitores inscritos para a votação, que deverá rondar os 600 mil e não os 740 mil, ao contrário do que foi anunciado segunda-feira por este órgão.

O presidente da CNE guineense, Higino Cardoso, adiantou na noite de quinta-feira à Lusa que o total de 740 mil eleitores foi avançado inadvertidamente por este órgão, que se "esqueceu" de avisar de que se tratavam de "números em bruto".

Tal total, acrescentou, era, "de facto", o apurado provisoriamente depois das reclamações terem sido introduzidas no sistema de dados informáticos existente na CNE.

"Só que, depois, detectou-se um aumento exagerado de eleitores, o que nos pareceu ilógico. Detectou-se que existiam milhares de eleitores repetidos, pelo que houve a necessidade de os eliminar", afirmou à Lusa Higino Cardoso.

Doze partidos e três coligações apresentam-se domingo às terceiras eleições multipartidárias em 30 anos de História da Guiné- Bissau, depois das realizadas em Julho de 1994, ganhas pelo PAIGC, e Novembro de 1999, nas quais o PRS foi o vencedor.


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