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  Cabo Verde
RGB, PAIGC e AD avançam com coligação eleitoral
- 5-Dec-2002 - 14:56

Os três maiores partidos políticos da oposição na Guiné-Bissau chegaram hoje a um «acordo de princípio irreversível» para a formação de uma coligação eleitoral para as legislativas antecipadas de Fevereiro de 2003.

A Resistência da Guiné-Bissau (RGB), o Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) e a Aliança Democrática (AD), tendo como referência as eleições legislativas de 1999 - ganhas pelo Partido da Renovação Social (PRS) -, concretizam assim um «desígnio construído em múltiplas reuniões realizadas nos últimos meses», disse Hélder Vaz, presidente da RGB.

Fonte da presidência do PAIGC confirmou que o acordo hoje alcançado tem contornos irreversíveis, embora tivesse sublinhado que «o formato final desta coligação vencedora» só será definido em futuras conversações.

As eleições legislativas, antecipadas para Fevereiro de 2003 pelo presidente da República guineense, Kumba Ialá, após a dissolução do Parlamento e a consequente queda do Governo do PRS, prefiguram um embate renhido entre a coligação hoje «oficializada» e o PRS, partido fundado por Ialá em 1992.

No entanto, forças políticas como a União para a Mudança (UM), de Amine Saad, ou o Partido da Unidade Nacional (PUN), podem surgir como «espinhos encravados» nas intenções da coligação do PAIGC, de Carlos Gomes Júnior, da RGB, de Hélder Vaz, e da AD, de Victor Mandinga.

O PRS mantém-se sem um candidato a primeiro-ministro definido, embora já tenha anunciado que o actual presidente e ex-chefe de governo Alamara Nhassé não o será.

CABO VERDE OFERECE APOIO PARA ORGANIZAR ELEIÇÕES

Cabo Verde vai apoiar a organização das próximas eleições legislativas na Guiné Bissau, ainda sem data marcada, mas que poderão ter lugar nos próximos meses, na sequência da dissolução do parlamento pelo presidente Kumba Ialá.

A disponibilidade foi manifestada pelo ministro cabo- verdiano da Defesa e dos Assuntos Parlamentares a um grupo de deputados guineenses de diferentes partidos, que se encontra no arquipélago para uma visita de «contactos e troca de experiências».

De acordo com o chefe da delegação e líder parlamentar da Resistência da Guiné Bissau (RGB), a oferta de Cabo Verde é «bem vinda, tendo em conta a experiência democrática e de organização eleitoral de que o país é detentor».

Abel de Carvalho adiantou que esse apoio poderá manifestar-se de diferentes formas, nomeadamente através da «preparação de técnicos guineenses nos domínios do recenseamento e da administração do processo eleitoral, para além de outras acções que poderão ser definidas no futuro».

Os pormenores deverão ser estudados e definidos posteriormente «tendo em atenção as reais necessidades da Guiné Bissau», avançou o deputado, que prometeu «transmitir a disponibilidade cabo-verdiana ao governo guineense, para análise e decisão».

Quanto à situação na Guiné Bissau, Abel de Carvalho considera-a «preocupante e complicada, tendo em conta a dissolução do parlamento da forma como foi feita» pelo presidente Kumba Ialá, a quem o líder parlamentar da RGB acusa de ser o «único responsável» pela situação actual.

A delegação parlamentar guineense encontra-se em Cabo Verde desde segunda-feira, no âmbito de uma visita de contactos e troca de experiências, tendo assistido ao debate do Orçamento Geral de Estado para 2003, na Assembleia Nacional.

Os deputados da Guiné Bissau tiveram quarta-feira uma audiência com o Presidente da República, Pedro Pires, com quem trocaram impressões «sobre a situação nos dois países», segundo Abel de Carvalho, cuja delegação também foi recebida pelo presidente do parlamento do arquipélago.

A delegação de deputados regressa a Bissau na próxima sexta-feira.

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