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  Cabo Verde
Plataforma Unida acusa PAIGC de atrasar votação
- 28-Mar-2004 - 18:10

Os principais candidatos à chefia do governo criticaram hoje os atrasos na abertura das urnas para as eleições legislativas na Guiné-Bissau, tendo a Plataforma Unida (PU), de Hélder Vaz, responsabilizado o PAIGC pela situação.


Falando aos jornalistas momentos depois de votar em Bissau, com cerca de cinco horas de atraso, Hélder Vaz acusou o Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) de estar por detrás do "caos" que se vive na capital, onde, oito horas após a abertura oficial das mesas de voto, grande parte delas ainda não funcionava.

Em resposta, Carlos Gomes Júnior, candidato do PAIGC, que votou sete horas após o previsto e também em Bissau, declarou que o antigo partido único é considerado sempre o "bode expiatório" dos males que afligem a Guiné-Bissau.

"O PAIGC é sempre o bode expiatório de todos os males que afligem este país. Mas não faz mal. Já estamos habituados e não há problema nenhum. Aceitámos as regras do jogo e vamos aguardar", afirmou Carlos Gomes Júnior, que indicou que as previsões do partido apontam para que eleja cerca de 60 dos 102 deputados à futura Assembleia Nacional Popular (ANP).

Por seu lado, o líder do Partido Unido Social-Democrata (PUSD), Francisco Fadul, também candidato a primeiro-ministro, votou ao princípio da tarde em Bissorã, 120 quilómetros a norte de Bissau, sua terra natal e em pleno território Balanta.

Após votar, e em declarações aos jornalistas, Fadul garantiu que vencerá as eleições com maioria relativa mesmo apesar da "campanha de baixíssimo nível" feita pelo Partido da Renovação Social (PRS), fundado pelo chefe de Estado deposto Kumba Ialá e actualmente presidido interinamente por Alberto Nambeia.

"Andaram (o PRS) em campanha a dizer a todas as comunidades balanta que eu, ao chegar ao poder, já tinha dito que ia acabar com todos os barretes vermelhos (símbolo da etnia balanta popularizado por Kumba Ialá) dos anciãos e ia impedir as mulheres balanta de urinarem de pé. Mas que baixaria", afirmou Fadul.

Mas o candidato do PUSD foi mais longe e, reivindicando ser um "cientista político", sabe que o "barrete vermelho" é sinal de poder entre aquela comunidade étnica.

"Isto não é uma coisa com a qual se possa brincar impunemente. Fazer isso é provocar uma guerra neste país. Quanto às mulheres, será que elas costumam convidar os homens para irem assistir a vê-las a fazer xixi?", questionou.

"O Estado tem que se ocupar com coisas nobres, a fazer escolas, hospitais, construir estradas e pontes e pagar os salários. O Estado não pode abusar das pessoas e prendê-las abusivamente", concluiu.


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