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  Cabo Verde
Presidente do PAIGC assume vitória e será o novo primeiro-ministro
- 1-Apr-2004 - 18:08

O presidente do PAIGC assumiu hoje publicamente a vitória do seu partido nas eleições legislativas na Guiné-Bissau e confirmou que será o próximo primeiro-ministro guineense.


Numa conferência de imprensa, realizada antes do anúncio oficial dos resultados, Carlos Gomes Júnior afirmou, contudo, que "não há vencedores nem vencidos" e que o grande ganhador das eleições "é o povo da Guiné-Bissau".

"Somos o partido vencedor das eleições e eu sempre disse que iria ganhá-las e que me tornaria no chefe do governo. Já cumpri esses dois objectivos. Falta agora cumprir o meu terceiro objectivo que é reconciliar os guineenses, combater a pobreza e desenvolver o país", disse o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

Carlos Gomes Júnior adiantou, por outro lado, ter criado uma delegação do partido para encetar negociações com "todas as forças políticas democráticas", sublinhando que entre elas está o Partido da Renovação Social (PRS), cujo regime foi deposto a 14 de Setembro de 2003 num golpe de Estado.

"Já falei com o vice-presidente do PRS (Iaia Djaló) pedindo- lhe mais contenção nas declarações e para o informar que estamos abertos ao diálogo para identificar o que está mal. Digo-o e assumo-o que já formamos uma delegação que vai falar com o PRS", força que, segundo dados dos partidos, terá ficado em segundo lugar nas eleições, acrescentou o líder do PAIGC.

"Todos devem fazer parte da reconstrução do país. Temos de ser capazes de nos sentar e discutir os problemas com frontalidade. Vamos discutir como irmãos. Somos adversários políticos, mas não somos inimigos", acrescentou.

Da mesma forma, Carlos Gomes Júnior manifestou total disponibilidade para negociar com outros partidos para a formação de um governo, embora tenha salientado que o PAIGC tenha "quadros suficientes para garantir uma boa governação".

"A tarefa é gigantesca e cremos a ajuda de todos. Vencedores e vencidos devem assumir as responsabilidades. Todas as dificuldades e irregularidades detectadas no processo eleitoral são inerentes à realidade do país", acrescentou, sublinhando que o PAIGC, antigo partido único, vai cumprir "todas as promessas contidas no seu programa eleitoral".

Quanto ao atraso na divulgação dos resultados oficiais, o líder do PAIGC pediu para todos os actores políticos, militares e da sociedade civil deixem de fazer "pressões" sobre a Comissão Nacional de Eleições (CNE) de forma a que este órgão "possa trabalhar e dar por concluído o processo eleitoral", sublinhou.

Questionado pelos jornalistas sobre a razão de dar uma conferência de imprensa antes do anúncio oficial dos resultados, Carlos Gomes Júnior respondeu que tal se deveu à necessidade "de desanuviar a tensão e acalmar os ânimos" sobre tudo dos militantes do PAIGC, que têm celebrado desde quarta-feira nas ruas de Bissau a vitória do partido.

Por fim, e dedicando a vitória ao povo guineense, Carlos Gomes Júnior enalteceu o papel da comunicação social local e estrangeira pela forma "profissional e briosa" com "reportou ao mundo" todo o processo eleitoral em que se destacou as mensagens de civismo da população e serviu para mudar a imagem externa do país.


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