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  Cabo Verde
Comissão de «boa vontade» expulsa de sede de partido
- 2-Apr-2004 - 15:23

Uma comissão de boa vontade das diferentes religiões e credos da Guiné-Bissau foi hoje expulsa da sede do Partido de Renovação Social (PRS) por militantes em fúria, que gritavam: "saiam daqui, não precisamos da vossa presença".


Mamadu Lamine Seidi, líder da comunidade islâmica guineense, e que chefiava a parte muçulmana da delegação, lamentou "profundamente" a situação, considerando-a "perigosíssima", sobretudo pelos empurrões e insultos destinados aos dois bispos católicos da Guiné-Bissau.

Segundo Seidi, os bispos de Bissau, D. José Camnaté Na Bissign, e de Bafatá, D. Pedro Carlos Zilli, foram os mais afectados com o incidente, não tendo porém sofrido qualquer ferimento, pois apenas foram alvo de "fortes empurrões e graves insultos".

"Criámos uma comissão de boa vontade de dez elementos representativos de todas as comunidades islâmicas e católicas da Guiné-Bissau e estamos desde ontem (quinta-feira) a contactar todas as autoridades, para tentar ajudar a desbloquear o impasse eleitoral e acalmar as tensões", sublinhou Lamine Seidi, um antigo coronel e ex- combatente da luta de libertação.

Por seu lado, D. José Camnaté desdramatizou o incidente, mas paradoxalmente indicou estar "preocupado".

"Não sofri nada senão empurrões o que só demonstra que a direcção do PRS já não tem controlo sobre os militantes", disse o D. José Camnaté, que sublinhou que "o encontro com a liderança deste partido estava agendado para 12:00 locais (13:00 em Lisboa).

Segundo o bispo de Bissau, que se encontrava reunido com todos os membros da delegação nas instalações da Curia na capital guineense, nas reuniões já tidas com outras autoridades foram "sempre bem recebidos e sem qualquer incidente".

Tanto D. José Camnaté como Lamine Seidi adiantaram que já tiveram reuniões de sensibilização com o chefe de Estado guineense, Henrique Rosa, com o líder do comité militar, general Veríssimo Correia Seabra, com responsáveis da Comissão Nacional de Eleições (CNE) e com o presidente do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Carlos Gomes Júnior.

Quarta-feira, um jornalista da Rádio Galáxia de Pindjiguiti, Lassana Cassamá, foi agredido na sede do PRS, tendo sido "salvo" por dirigentes deste partido, que rapidamente tomaram medidas para garantir a segurança do repórter.

Na Guiné-Bissau mantém-se o impasse eleitoral devido à contestação do PRS, o que levou a CNE a adiar já cinco vezes o anúncio dos resultados das legislativas, muito embora o Partido Africano da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) tenha já assumido publicamente a vitória.


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