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  Cabo Verde
Portugal e Cabo Verde apelam ao respeito pelos resultados eleitorais
- 2-Apr-2004 - 16:12

Os presidentes de Portugal e de Cabo Verde alertaram hoje os dirigentes políticos da Guiné-Bissau que a comunidade internacional não apoiará o país se não for constituído um governo que respeite a consulta eleitoral.


Jorge Sampaio, momentos antes de concluir a sua visita oficial de cinco dias a Cabo Verde, fez questão em deixar um pedido aos "amigos guineenses" para que seja possível formar um governo que espelhe a vontade expressa nas urnas, "seja qual for a forma encontrada".

O chefe de Estado português lembrou aos "amigos da Guiné-Bissau" que só com a formação de um Governo resultante da consulta eleitoral vai ser possível à comunidade internacional apoiar o país na busca de soluções para o seu progresso e desenvolvimento.

Sampaio enfatizou ainda a necessidade do futuro governo "respeitar todas as identidades nacionais - a Guiné- Bissau é composta por mais de três dezenas de etnias - para que o futuro possa começar a ser construído" com o apoio de Portugal e da restante comunidade internacional.

Por seu turno, o presidente cabo-verdiano, Pedro Pires, antigo comandante militar do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), durante a luta de libertação na Guiné, disse à Agência Lusa que "as eleições devem ser encaradas como um passo histórico e decisivo" para o futuro daquele país lusófono da África Ocidental.

"Não há vencedores, nem vencidos, apenas a certeza de que a Guiné-Bissau e os guineenses não podem desperdiçar esta oportunidade para normalizar o país e para que o desenvolvimento passe a ser uma realidade", adiantou.

Quanto ao facto do presidente do PAIGC, Carlos Gomes Junior, ter já assumido publicamente a vitória do seu partido nas legislativas guineenses, apesar dos resultados não terem ainda sido divulgados oficialmente, Pedro Pires afirmou que "é fundamental os resultados sejam reconhecidos por todos os protagonistas políticos" guineenses.

E complementou: "A comunidade internacional não aceitará quaisquer atitudes que ponham em causa os resultados destas eleições, já consideradas livres e justas, pelos observadores internacionais".

Pedro Pires deixou ainda um recado para os militares guineenses: "É de enorme importância que as Forças Armadas sejam uma instituição despolitizada", dando o "lugar e o espaço que é da sociedade por inteiro".

"Nos dias de hoje já não é aceitável a existência de regimes militarizados", frisou.


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