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  Cabo Verde
PRS remetido a silêncio, jornalistas intimados a sair sede do partido
- 2-Apr-2004 - 18:38

O Partido da Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau remeteu-se hoje ao silêncio, com os principais dirigentes desta força política a recusarem qualquer comentário aos incidentes que envolveram líderes religiosos católicos e muçulmanos.


Vários dirigentes do partido fundado por Kumba Ialá, como Iaia Djaló, secretário-geral, Alamara Nhassé, ex-primeiro-ministro, e Mbunhe Incada, membro da Comissão Nacional, afirmaram mesmo não ter conhecimento "de qualquer incidente".

"Só sabemos o que se passou através da rádio", indicaram os três dirigentes aos jornalistas, em conversas separadas.

Na sede do PRS, na Avenida 14 de Novembro, que liga o centro de Bissau ao aeroporto, um grupo de seis jornalistas que aguardava a chegada de outros dirigentes do partido foi intimado a abandonar o local.

"Não queremos aqui jornalistas", disse um militante do PRS, a que se juntou, pouco depois, um pequeno grupo, obrigando os jornalistas - do Diário de Notícias, Rádio Renascença, RDPÁfrica e Agência Lusa - a abandonar o local.

O mesmo militante confirmou, contudo, os incidentes que os dirigentes do PRS não comentaram, ao afirmar que a vida de bispo "não se coaduna com a política".

"É por isso que o mandámos embora", sublinhou, numa referência aos empurrões e insultos de que os bispos de Bissau, D. José Camnaté Na Bissign, e de Bafatá, D. Carlos Pedro Zilli, e ainda outros oito líderes da comunidade muçulmana foram alvo de manhã, quando entraram na sede do PRS para uma reunião com a direcção do partido que, apesar de agendada, acabou por não se realizar.

Segundo fontes partidárias, a direcção do PRS reuniu-se hoje brevemente para uma "pequena concertação" e voltará a encontrar-se sábado num encontro "mais alargado".

Entretanto, a tensão aumentou em Bissau, de onde, confirmou a Lusa, muitos familiares de dirigentes de diferentes partidos políticos estão a sair com receio de incidentes.

Nas ruas da capital guineense, na hora de maior calor, o trânsito era normal, mas diferentes cidadãos com quem a Lusa falou manifestaram-se ansiosos e preocupados com o atraso na divulgação dos resultados da votação.

Nos restaurante e nos estabelecimentos comerciais, passando pelos mercados de Bandim (paralelo) e Central, as preocupações são idênticas e muitos receiam incidentes.

O impasse na divulgação dos resultados das eleições legislativas de domingo e terça-feira na Guiné-Bissau mantém-se e o presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE), Higino Cardoso, já só responde aos jornalistas que tudo está parado.

As dúvidas quanto à divulgação dos resultados também se mantêm e, apesar de estar tudo preparado e contado, aguarda-se a decisão política para os dar a conhecer oficialmente.

Fonte da CNE admitiu à Lusa que há a possibilidade de o anúncio só ser feito sábado ou mesmo domingo, embora não haja qualquer confirmação oficial.

De manhã, fonte oficial indicou que a delegação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) estava a ultimar um "documento de compromisso", que envolveria o PRS, multiplicando-se em contactos.

A fonte falava à Lusa no final de um encontro entre a delegação da CEDEAO - que incluía o secretário-geral da organização e três ministros do Gana, Nigéria e Senegal -, com o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Carlos Gomes Júnior.

Até agora, nada se sabe sobre os resultados deste encontro, nem se há, de facto, um acordo em elaboração.


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