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  Cabo Verde
Presidente de Cabo Verde optimista com futuro do país
- 5-Apr-2004 - 15:29

O presidente de Cabo Verde manifestou-se hoje em Bissau convencido de que as autoridades da Guiné-Bissau compreenderam que o país "deve aproveitar a oportunidade" decorrente das eleições legislativas para estabelecer novas bases de diálogo com a comunidade internacional.


Vindo de Dacar, onde participou na festa nacional do Senegal, Pedro Pires, esteve reunido com o presidente guineense, Henrique Rosa, com o primeiro-ministro de transição, Artur Sanhá, e ainda com as chefias militares.

Em apenas uma hora de permanência em Bissau, o chefe de Estado cabo-verdiano apalpou o pulso aos diferentes actores da vida política e institucional guineense, tendo, no final, deixado um recado:

"Com a realização das eleições, abre-se uma nova oportunidade para a legitimação do poder na Guiné-Bissau, mas também para a criação de condições para um diálogo sério com a comunidade internacional e nacional que não pode ser desperdiçada", sublinhou Pedro Pires.

Das conversas que manteve com Henrique Rosa e Artur Sanhá, bem como com as chefias militares guineenses, o presidente cabo-verdiano disse ter encontrado um "desejo firme" de todos em "não perturbar esse momento de viragem" que o país tem.

Quanto às garantias concretas que recebeu das Forças Armadas, Pedro Pires disse ter ficado com a impressão de que os militares compreenderam que, de facto, existe uma nova situação no país, decorrente do jogo democrático para o acesso ao poder político.

"Encontrei junto das chefias militares a compreensão e toda a abertura para essa nova situação. Estou convencido que as Forças Armadas da Guiné-Bissau irão garantir o respeito pelos resultados eleitorais, o respeito pela lei e pelas instituições do país", afirmou.

Pedro Pires, que fez grande parte da sua juventude na Guiné-Bissau, tendo integrado as Forças Armadas do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), reafirmou a disponibilidade do seu país para "sempre que necessário e solicitado" prestar todo o apoio ao "país irmão".

Questionado pela Agência Lusa sobre o estado de espírito com que parte para Cabo Verde depois dos contactos que efectuados em Bissau, Pedro Pires preferiu falar na "compreensão da situação" que disse ter visto nas pessoas com quem falou.

"Sabe, não sou só amigo da Guiné-Bissau, sinto-me guineense também. A Guiné-Bissau é a minha segunda Pátria. Fiz-me aqui como político e como militar. Mas parto convencido de que as autoridades civis e militares estão cientes de que estamos perante uma nova oportunidade que é preciso aproveitar", concluiu.

A deslocação "relâmpago" de Pedro Pires decorre um dia depois da Comissão Nacionais de Eleições (CNE) ter divulgado os resultados provisórios das legislativas de 28 e 30 de Março último no território da Guiné-Bissau (falta a votação na diáspora), que deram a vitória ao PAIGC, embora sem maioria absoluta.

Também hoje o presidente senegalês, Abdoulaye Wade, deve chegar a Bissau cerca das 15:30 locais (16:30 em Lisboa) para uma visita idêntica à do seu homólogo cabo-verdiano, devendo regressar ao fim da tarde a Dacar.

Por estas razões, a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Transição (CNT), prevista para hoje e destinada a analisar o pedido de demissão do presidente da Comissão nacional de Eleições (CNE), foi adiada para terça- feira.


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