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Mocumbi agradece apoio do Brasil à sua candidatura à OMS
- 7-Dec-2002 - 14:53
O primeiro-ministro de Moçambique, Pascoal Mocumbi, disse sexta-feira, em Brasília, que é muito oportuno que a comunidade internacional dê a devida atenção à capacidade dos países africanos de enfrentarem os desafios globais na área da saúde.
Mocumbi veio ao Brasil agradecer o apoio do governo brasileiro à sua candidatura à direcção-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS) e considerou «comovente» seu encontro com o presidente Fernando Henrique Cardoso, que está a terminar o seu mandato.
«O apoio do Brasil significa que não sou um candidato apenas dos africanos», ressaltou, acrescentando que já recebeu também apoio de países europeus (Portugal e França) e asiáticos.
Mocumbi afirmou que, for se eleito, sua prioridade à frente da OMS será o combate à pobreza, através da aplicação dos compromissos assumidos em 2000 pelas lideranças mundiais, garantindo o acesso de todos, sem discriminação, aos sistemas de saúde e a medicamentos essenciais.
Pascoal Mocumbi prometeu apoiar os países a estabelecer políticas para combater doenças que podem ser controladas com tecnologias já disponíveis, como a tuberculose e a malária, e defendeu uma estrutura mais articulada da OMS no mundo.
Em relação à Aids, o primeiro-ministro moçambicano afirmou que a situação é «dramática» no continente africano, onde 700 pessoas são infectadas por dia pelo vírus HIV. «É fundamental, portanto, que a África mereça uma atenção especial», sublinhou.
Na semana passada, uma missão brasileira foi a Moçambique formalizar o apoio do Brasil a Mocumbi, o primeiro africano a candidatar-se à direcção-geral da OMS.
Segundo fontes governamentais, o Brasil está participando também nas estratégias de articulação em favor da candidatura moçambicana.
Médico sanitarista, pediatra e obstetra, Mocumbi foi ministro da Saúde e das Relações Exteriores de seu país e é primeiro-ministro desde 1994. É fundador da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo), que lutou pela independência de seu país, conquistada em 1975.
Além de Mocumbi, oito candidatos disputam o cargo, entre eles o mexicano Júlio Frenk, apoiado pela actual directora-geral da OMS, Gro Harlem Brundtlan, e o belga Peter Piot, director da UNOSIDA, agência da ONU para o controle do HIV/SIDA.
O substituto de Gro Brundtlan, que desistiu de se recandidatar à direcção-geral da OMS em meados de Julho, será eleito em Janeiro, em Genebra, pelos votos dos 32 membros do Conselho Executivo da OMS, entre eles o Brasil. Ao todo, a organização possui 192 membros.

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