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  Cabo Verde
Ex-líder do PAIGC escolhido para presidente do Parlamento
- 19-Apr-2004 - 14:17

O antigo líder do PAIGC Francisco Benante foi eleito domingo pelo seu partido para as funções de presidente da futura Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento), disse fonte partidária.


Segundo a fonte, a eleição decorreu durante uma reunião do Comité Central do Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), a força política que venceu as eleições legislativas de 28 de Março último, cujos resultados definitivos estão ainda por anunciar.

A fonte adiantou que Francisco Benante, presidente do PAIGC entre 1999 e 2002, foi eleito com 106 votos, seguido do actual vice- líder do partido, Aristides Gomes, que recolheu 71 votos, e pelo membro do Comité Central Soares Sambu, que obteve 63.

Na reunião, a dirigente Satu Camará Pinto, membro do Comité Central e antiga ministra, foi escolhida para 1¦ vice- presidente da futura ANP, depois de ter sido eleita deputada pelo círculo de Bafatá/Galomaro, leste da Guiné-Bissau, nas legislativas de Março.

Francisco Benante, jurista, eleito por sua vez deputado pelo círculo de Bissau, foi líder da bancada parlamentar do PAIGC entre 2000 e 2002 e foi também ministro da Defesa e dos Antigos Combatentes da Liberdade da Pátria no Governo de Unidade Nacional (GUN) criado ainda durante o conflito militar de 1998/99.

Benante foi, em meados da década de 90, director da Faculdade de Direito de Bissau.

Fonte da Comissão Nacional de Eleições (CNE) guineense disse domingo à Lusa que os resultados finais definitivos da votação de Março último poderão ser divulgados hoje, embora não tenha dado a certeza.

Os resultados finais provisórios foram divulgados a 04 deste mês e deram a vitória ao PAIGC, que elegeu 45 deputados, seguido pelo Partido da Renovação Social (PRS), com 35, e pelo Partido Unido Social- Democrata (PUSD), com 17.

Apenas mais duas formações políticas elegeram deputados: as coligações União Eleitoral (UE), com dois, e Aliança Popular Unida (APU), com um.

A tomada de posse dos futuros 100 parlamentares - faltam eleger os dois oriundos dos círculos "Resto de África" e "Europa" - ainda não tem data marcada, embora fontes do PAIGC tenham adiantado que a cerimónia poderá ocorrer até ao fim deste mês.

Quanto ao futuro governo, sabe-se unicamente que Carlos Gomes Júnior, presidente do PAIGC, será o próximo primeiro- ministro, facto que só será oficial depois de a CNE publicar os resultados definitivos e após o chefe de Estado guineense, Henrique Rosa, convidar o antigo partido único (1973/1991) para formar um executivo.

A ANP foi dissolvida em Novembro de 2002 pelo então presidente Kumba Ialá, na mesma altura em que o chefe de Estado demitiu o governo, formou um executivo de transição e marcou eleições legislativas antecipadas para 20 de Abril de 2003, que seriam adiadas sucessivamente "por razões de ordem logística".

Até ao golpe de Estado de 14 de Setembro de 2003, funcionava apenas a Comissão Permanente da ANP, que, depois da sublevação, deu lugar a um Conselho Nacional de Transição (CNT), de 56 membros.

O CNT integra 25 elementos do Comité Militar que liderou o golpe de Estado e representantes de 23 partidos políticos e de oito organizações da sociedade civil, sendo extinto assim que os 100 deputados forem empossados.


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