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  Cabo Verde
«Soluções pacíficas devem sobrepor-se a prazos legais»
- 19-Apr-2004 - 17:30

O presidente do Conselho Nacional de Transição(mini-Parlamento) da Guiné-Bissau afirmou hoje em Cabo Verde ser "natural" o atraso na divulgação dos resultados definitivos das eleições legislativas de 28 de Março.


"É melhor e normal que existam estes atrasos, desde que num ambiente pacífico" e "não se pode falar em falhas na normalização do país", disse o general Veríssimo Correia Seabra.

"As circunstâncias actuais levam-nos a pensar que as soluções pacíficas são melhores para a Guiné-Bissau, mesmo que isso implique ultrapassar alguns prazos legais", sublinhou, referindo-se à divulgação dos resultados eleitorais definitivos, que deveriam ser conhecidos 10 dias após a realização das legislativas de 28 de Março.

Na qualidade de Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas(CEMGFA) da Guiné-Bissau, Veríssimo Correia Seabra reafirmou não existir qualquer desunião entre os militares.

Recordou, neste passo, que o golpe militar de 14 de Setembro de 2003, protagonizado pelo comité militar liderado pelo CEMGFA, que levou à deposição do presidente Kumba Ialá, "ocorreu sem um único tiro" e sem derramamento de sangue.

"Isso, obviamente, significa que as Forças Armadas estão unidas", disse, ressalvando, todavia, que "é normal que tenha existido alguma tensão" entre os militares.

A Guiné-Bissau, observou, "não é a Europa", onde as pessoas "têm outra preparação cultural" e onde a democracia é mais "sólida e enraizada".

Veríssimo Seabra considerou ainda que "alguma fricção e tensão são normais em política", não sendo a Guiné-Bissau excepção.

"As pessoas já começaram a compreender que, em democracia, apesar de haver mais de 20 partidos na Guiné-Bissau, só pode ganhar um", disse.

O CEMGFA guineense está em Cabo Verde para participar, terça- feira, na VI Reunião dos Chefes de Estado-Maior e General das Forças Armadas da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).


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