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  Cabo Verde
Vice-presidente do PRS nega que eleições sejam «nulas»
- 20-Apr-2004 - 15:52

O vice-presidente do Partido da Renovação Social (PRS) da Guiné-Bissau negou hoje que a sua formação tenha decidido considerar "nulas" as eleições legislativas de Março, sublinhando tratar-se de um "acto isolado" que não vincula a direcção.


Em declarações à Agência Lusa, Iaia Djaló indicou que as palavras proferidas segunda-feira por Lino Leal da Silva, porta-voz da Comissão da Juventude do PRS, "não vinculam" a direcção superior do partido e responsabilizam "apenas" quem as disse.

"São actos isolados e nada têm a ver com a direcção do PRS. Há alguém a manipulá-los e não sabemos quem é", afirmou Iaia Djaló, frisando que as decisões do partido são tomadas pelo Conselho Nacional, Comissão Política e Comissão Executiva.

Questionado sobre como é possível um dirigente do PRS proferir tais declarações numa conferência de imprensa na sede do partido, à margem de qualquer posição oficial do PRS, Djaló respondeu ser "impossível controlar" todos os militantes.

"Estas declarações só responsabilizam quem as proferiu", insistiu o antigo chefe da diplomacia guineense, garantindo que o PRS está disponível para negociações com o Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC, vencedor da votação) para a formação do governo e que os 35 deputados eleitos tomarão posse no Parlamento.

Segunda-feira, na conferência de imprensa, Leal da Silva, considerado dentro do próprio PRS "porta-voz de Kumba Ialá", o fundador do partido e actualmente impossibilitado de exercer actividades políticas, afirmou que a sua formação considerava "nulas" as legislativas e que esta decisão, confirmou à Lusa, vinculava a direcção.

Leal da Silva adiantou que, face a esta situação, o PRS não iria negociar com o PAIGC para formar o próximo executivo e que os deputados não tomariam posse, responsabilizando o presidente guineense, Henrique Rosa, e o bispo de Bissau, D. José Camnaté Na Bissign, pelas "consequências futuras", que não especificou, se a votação não fosse considerada "nula".

Hoje, questionado pela Lusa sobre se o PRS está em negociações com o PAIGC, Iaia Djaló respondeu que elas, actualmente, "estão suspensas", não precisando as razões dessa suspensão.

"Neste momento não há contactos, pois está tudo suspenso", afirmou.

As palavras do vice-presidente do PRS não coincidem com as do líder do PAIGC e futuro primeiro-ministro, Carlos Gomes Júnior, que indicou segunda-feira à noite à Lusa haver "contactos" com a direcção dos "renovadores", sem precisar, porém, a que nível.


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