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  Cabo Verde
Terceira força política (PUSD) encara fusão com o PAIGC
- 21-Apr-2004 - 15:22

O Partido Unido Social-Democrata (PUSD, terceira força política) encara com esperança a possibilidade de, num futuro próximo, fundir-se com o Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), disse hoje à Agência Lusa fonte partidária.


Francisco Fadul, presidente do PUSD, que elegeu 17 deputados nas legislativas de Março último, adiantou que nada foi ainda falado oficialmente com a direcção do PAIGC, mas admitiu que há contactos entre dirigentes dos dois partidos.

O líder do PUSD adiantou que já há até um nome sugerido para a nova força política: Partido Africano da Independência e da Social- Democracia (PAISD).

Esta "sugestão", sublinhou, foi por si apresentada por em 1991, quando abandonou o PAIGC após 21 anos de militância. Na altura, disse, apresentou, "já como ex-militante", 46 recomendações e, entre elas, figurava a alteração do nome do partido.

"A minha intenção era acabar de vez com o litígio com Cabo Verde, pois não faz sentido um partido usar o nome de outro Estado. As autoridades cabo-verdianas, aliás, já tinham criticado o PAIGC por continuar a utilizar o nome do país no partido", explicou.

"Mais tarde ou mais cedo terá de haver uma convergência dos partidos, sobretudo com aqueles que não têm expressão parlamentar", justificou Fadul, alegando que os programas de governação do PAIGC e do PUSD privilegiam o desenvolvimento da Guiné-Bissau.

Para Fadul, não faz sentido existirem 26 partidos políticos num país como a Guiné-Bissau, sobretudo numa altura em que é necessária a ajuda de todos para o tirar do subdesenvolvimento.

"Encaramos também a possibilidade de se criar, no futuro, um "grupo de contactoÈ para ouvir outros partidos que tenham a mesma sensibilidade que nós, porque haverá um momento em que todos irão sentir a necessidade de se proceder a uma convergência", sublinhou Fadul.

O líder do PUSD assegurou à Lusa ter falado terça-feira com o presidente do PAIGC, Carlos Gomes Júnior, manifestando-lhe "total disponibilidade" para "conversar" sobre a questão, mas não adiantou qual a resposta do futuro primeiro-ministro.

Carlos Gomes Júnior tem estado incontactável durante toda a manhã.

Fadul adiantou, por outro lado, que delegações do PUSD e do PAIGC estão reunidas desde a manhã de hoje, para analisar a forma como o seu partido pode "ajudar" a força política que irá governar o país nos próximos quatro anos a cumprir os pressupostos contidos no programa de governação.

"Começaram hoje de manhã as conversas e, na nossa perspectiva, a ideia é ver como o PUSD pode integrar-se nos serviços do Estado, mas sem tocar na questão do governo. A nossa Comissão Política Nacional não mandatou a delegação para discutir esse assunto", esclareceu.

No entanto, Fadul não pôs de parte a possibilidade de o PUSD vir a integrar o executivo, mas sublinhou que tal, para já, não foi aflorado e que, a acontecer, o convite terá de partir do PAIGC.

O PUSD, acrescentou, está disponível para aceitar cargos nos "serviços do Estado", como no Parlamento, Comissão Nacional de Eleições (CNE), Inspecção Superior contra a Corrupção (ISCC), Conselho Nacional de Comunicação Social (CNCS), empresas públicas ou sociedades mistas.


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