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  Cabo Verde
Sociedade Civil exorta PAIGC a formar governo responsável
- 22-Apr-2004 - 16:51

O Movimento da Sociedade Civil para a Paz, Democracia e Desenvolvimento (MSCPDD) da Guiné-Bissau exortou hoje o partido vencedor das legislativas de Março último a formar um governo de "cidadãos competentes, sérios, honestos e responsáveis".


Numa nota de imprensa, o Movimento, que conta com oito elementos no Conselho Nacional de Transição (CNT, mini-Parlamento) e congrega a quase totalidade das organizações sociais do país, sublinha que a exortação ao PAIGC visa "devolver a credibilidade ao país a nível interno e externo".

O comunicado surge dois dias depois de a Comissão Nacional de Eleições (CNE) ter divulgado os resultados definitivos das legislativas, que deram a vitória ao Partido Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

O governo, que será chefiado pelo líder do PAIGC, Carlos Gomes Júnior, poderá ser apresentado a qualquer momento, tendo fonte do antigo partido único indicado que está praticamente definido o elenco governamental.

No documento, o Movimento, liderado por Sabana Embaló, enalteceu também o "empenho e contributo" do presidente guineense, Henrique Rosa, e o "elevado grau de civismo" da população durante as eleições de Março último.

O Movimento, nome pelo qual a organização é mais conhecido no país, felicita igualmente o povo guineense pelo "elevado grau de civismo, maturidade e espírito de sacrifício" demonstrados durante as eleições, realizadas a 28 e a 30 de Março último.

Sublinhando a "desorganização" verificada no processo da votação, sobretudo em Bissau, o Movimento da Sociedade Civil guineense endereçou uma "palavra de apreço" à CNE pelo trabalho realizado durante o escrutínio.

A saudação das organizações da sociedade guineense estendeu-se também à comunidade internacional, entre ela Portugal, pela "valiosa" contribuição financeira e material disponibilizadas para o processo eleitoral.

O agradecimento direccionou-se particularmente ao Gabinete das Nações Unidas para a Consolidação da Paz na Guiné-Bissau UNOGBIS), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (CEDEAO).

O Movimento congratula-se com a "posição" assumida pelas Forças Armadas "republicanas" durante o processo eleitoral, destacando a conduta do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas (CEMGFA), general Veríssimo Correia Seabra, e todos os seus colaboradores.

O comunicado não faz qualquer referência ao desempenho do governo de transição, liderado por Artur Sanhá, o que denota o clima de mal-estar existente entre esta organização e o primeiro-ministro.

Este mal-estar surge após o Movimento se ter posicionado contra a indicação de Artur Sanhá para a chefia do governo de transição, decidida de forma unilateral em Setembro de 2003 pelo Comité Militar para a Restituição da Ordem Constitucional e Democrática (CMROCD), que derrubou o regime do então presidente guineense, Kumba Ialá.

Na altura, vários dirigentes do Movimento, nomeadamente o actual presidente interino da organização, Sabana Embaló, tentaram impedir a escolha de Artur Sanhá, tendo inclusive divulgado uma nota de imprensa em que se demarcou da nomeação.


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