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  Cabo Verde
Partido no poder acusa oposição de tentar minar estabilidade do país
- 22-Apr-2004 - 17:04

O secretário-geral do Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, no poder) acusou hoje a oposição de tentar "minar a estabilidade política e social" de Cabo Verde.


Rui Semedo, que hoje passou a acumular o cargo se secretário- geral com o de líder do grupo parlamentar do PAICV, aproveitou a sua primeira intervenção na Assembleia Nacional para desferir fortes acusações ao maior partido da oposição, o Movimento para a Democracia (MpD).

O dirigente do PAICV acusou o MpD de ter "uma estratégia clara" de "semear o caos" no país e provocar uma situação que transforme Cabo Verde num "país ingovernável".

Como exemplo, Rui Semedo deixou, na sua intervenção no arranque da sessão de Abril da Assembleia Nacional, a ideia de que o MpD pretende "manchar as relações com os países amigos", onde "até o Presidente da República é atacado da forma mais vil".

Pedro Pires é sistematicamente acusado por sectores próximos do MpD de ter ganho as eleições presidenciais através de fraude eleitoral, sendo acusação semelhante feita com igual regularidade ao executivo de José Maria Neves.

O chefe de Estado, retorquiu Rui Semedo, "deveria ser mantido como uma reserva política e moral da Nação" mas, pelo contrário, "é atacado cada vez com maior virulência" com o objectivo de "provocar a erosão da imagem do Mais Alto Magistrado da Nação".

"Os deputados - do PAICV - são atacados pela oposição em todas as frentes, minando a sua imagem e dignidade, o governo é atacado de forma individual e colectiva e é totalmente desrespeitado", adiantou.

O secretário-geral do PAICV defendeu ainda que o MpD está a "tentar transformar Cabo Verde numa caricatura", tendo desencadeado "uma autêntica cruzada contra todas as instituições da República" cuja imagem é "vilipendiada na praça pública de forma sistemática".

Semedo apelou igualmente no seu discurso que "não deve haver lugar para atitudes que atiçam um clima de vingança" que tendem a cimentar a ideia de que Cabo verde é "um povo sem história, sem referências e sem um passado...".

"Cabo Verde é um país independente há 29 anos, mas tem um percurso histórico de mais de 500 anos, e um povo forjado e amadurecido num processo permanente de lutas e desafios contra todo o tipo de adversidades", disse.

O líder parlamentar do PAICV, um dos mais destacados dirigentes do partido no poder, frisou na sua intervenção repleta de ataques à oposição protagonizada pelo MpD, que Cabo Verde, "com o contributo de todos", viveu uma transição democrática exemplar, "reconhecida e credenciada no mundo", que deve "constituir um capital fundamental" para o futuro.


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