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Associação de Supervisores Lusófonos foi hoje criada oficialmente
- 22-Apr-2004 - 20:18

A Associação de Supervisores de Seguros Lusófonos (ASEL), que reúne os supervisores de seguros e organismos similares dos países de língua portuguesa, foi hoje criada oficialmente em Lisboa.


Apesar de só hoje ter sido constituída oficialmente, a Associação tem desenvolvido a sua acção no apoio e assistência técnica à constituição de organismos de coordenação da actividade seguradora, ou à sua reestruturação, nos mercados emergentes da África lusófona (Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe).

Neste período, a Associação realizou também múltiplas acções de formação de futuros quadros das entidades de supervisão dos países-membros.

À margem da cerimónia, que contou com a presença do secretário de Estado do Tesouro e das Finanças português, Francisco Esteves de Carvalho, o presidente do Instituto de Seguros de Portugal (ISP) afirmou que a próxima reunião anual da ASEL decorrerá no mês de Outubro em Angola.

Segundo Rui Manuel Leão Martinho, que se manifestou "confiante e satisfeito" com a criação oficial da ASEL, as prioridades da entidade [que hoje se oficializou] vão para a formação de quadros, troca de informações e experiências entre os membros e para a prestação de assistência técnica conjunta e coordenada.

Adiantou também que apoio à regulação e supervisão dos respectivos mercados seguradores é uma das atribuições que tem sido prosseguida nestes últimos anos.

Disse ainda que a próxima reunião em Angola faz parte de uma série de encontros que se realizam anualmente, com uma duração de três a quatro dias, em que se debatem além dos aspectos acima mencionados, problemas concretos ligados aos seguros do ramo não vida (agrícolas e automóvel) e do ramo vida (saúde).

"A ASEL tem sempre em conta as especificidades de cada país em matéria da actividade seguradora e [nestas reuniões anuais] debate igualmente assuntos de ordem macroeconómica e jurídica relevantes para o sector", salientou.

O membro do Governo português, congratulou-se com a iniciativa, frisando que vai permitir "(...) contribuir no futuro para reforçar o intercâmbio de relações, não apenas culturais e linguísticas, mas sobretudo empresariais, neste caso na área dos seguros".

Já a administradora do Banco Central de São Tomé e Príncipe, Maria Madre de Deus, qualificou à Lusa de "muito positiva" a criação da ASEL.

"Não tínhamos no país um sector segurador, estamos a evoluir e a cooperação tem sido brilhante", acrescentou.

Abdulahah Hadi Sagran, jurista bancário da Autoridade Bancária e de Pagamentos de Timor-Leste, disse que "o desenvolvimento do país requer que exista um sector segurador".

Nesse sentido, referiu que está pronto "um primeiro esboço sobre supervisão do sector segurador, que será apresentado ao parlamento timorense".

No caso de Moçambique, Domingos António José referiu que "o mercado segurador é incipiente, mas que se observa um franco crescimento".

Este elemento da Inspecção-geral de Seguros disse ainda que o país tem actualmente cinco seguradoras e 14 corretoras de seguros.

A ASEL tem como membros fundadores, o Instituto de Supervisão de Seguros, de Angola, a Superintendência de Seguros Privados, do Brasil, o Banco de Cabo Verde, a Autoridade Monetária de Macau, a Inspecção-geral de Seguros, de Moçambique, o Instituto de Seguros de Portugal, o Banco Central de São Tomé e Príncipe e a Autoridade Bancária e de Pagamentos, de Timor-Leste.

A Guiné-Bissau tem participado nas reuniões anuais, mas não faz parte do núcleo inicial de fundadores devido à conjuntura actual vivida no país.

"A participação na ASEL está fora de causa", referiu fonte do sector segurador.

Na cerimónia, o representante de Angola também não pode estar presente, embora a próxima reunião da ASEL se realize em Luanda.

O Secretariado da Conferência está domiciliado no ISP - Autoridade Portuguesa de Supervisão de Seguros e de Fundos de Pensões, em Lisboa.


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