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China apóia Macau no relacionamento com países da CPLP
- 11-Dec-2002 - 11:54
O governo central chinês manifestou hoje apoio à formação de um fórum económico, que coloca Macau no centro do relacionamento entre o continente e os países de língua oficial portuguesa.
«O governo central apoia» a criação do fórum, garantiu o responsável pelo governo de Macau, Edmundo Ho Hau Wah, após um encontro, em Pequim, com o presidente chinês, Jiang Zemin, a quem apresentou o balanço dos trabalhos deste ano e os objectivos para 2003.
«Este projecto será muito importante para a construção de Macau como uma plataforma de desenvolvimento entre o continente e os países de língua portuguesa», acrescentou este responsável, que defende uma aproximação aos países de expressão portuguesa como uma «janela» para o desenvolvimento económico da região que representa.
Ainda não está definido o nome e em que termos irá funcionar o futuro organismo, cuja primeira reunião, que terá um carácter anual, deverá realizar-se em meados do próximo ano, em Macau.
Ainda hoje, segundo fonte do governo de Macau, o Ministério do Comércio Exterior e da Cooperação Económica chinês deverá emitir um comunicado sobre a criação do Fórum.
Desde a transferência de poderes em Macau, realizada em 19 de Dezembro de 1999, Edmundo Ho hau Wah defende uma aproximação aos países de língua oficial portuguesa, como uma janela para o desenvolvimento da economia do território, cujas receitas do governo provêm, em mais de metade, do jogo.
Na apresentação das Linhas de Ação Governamental para 2003, realizada em Pequim, Edmundo Ho referiu a necessidade de «tirar partido das ligações históricas» e de «envidar esforços para entrar, gradualmente, nos mercados dos países do sudeste asiático e países lusófonos».
Actualmente, os números são pouco significativos, somando cerca de 1% o volume do comércio entre Macau e os países de língua portuguesa, incluindo Portugal, mas Edmundo Ho afirma: «cooperar com os países lusófonos significa investir nas nossas características próprias».
No âmbito comercial, o relacionamento directo da China com os países de língua oficial portuguesa também não é expressivo.
Entre os países africanos de expressão portuguesa, Angola é o que está mais bem posicionado no relacionamento com a China, ocupando o quinto lugar, enquanto o Brasil é o principal parceiro da América Latina e Portugal o 13º entre os da União Europeia.
Em Setembro, Edmundo Ho visitou Moçambique como sinal da vontade de Macau de estabelecer uma ponte entre a República Popular da China e os países de língua oficial portuguesa.
Após a transferência de poderes, o português é, além do chinês, a língua oficial de Macau, que integra a União das Cidades Capitais Luso-Afro-Americo-Asiáticas (UCCLA).

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