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  Cabo Verde
Meteorologia lusófona quer estar ao nível da anglófona e francófona
- 11-Dec-2002 - 21:26

O director da Meteorologia de São Tomé e Príncipe, Adérito Santana, apelou hoje para que a cooperação entre os serviços meteorológicos dos países lusófonos contribua para vencer o atraso existente em relação aos congéneres das comunidades anglófona e francófona.

Adérito Santana é um dos intervenientes no seminário que decorre desde hoje na capital angolana sobre o desenvolvimento da cooperação regional em meteorologia nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Destacou como ideia principal do encontro, que decorre até quinta-feira, o relançamento da cooperação entre a comunidade lusófona na área da meteorologia.

«Infelizmente, por motivos vários, a comunidade lusófona encontra-se num nível relativamente inferior aos serviços meteorológicos congéneres da comunidade anglófona e francófona\", disse Adérito Santana.

O director do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique, Filipe Lúcio, disse que o seu país traz a este encontro a experiência que recentemente teve em gestão de desastres naturais.

«Nos anos de 2000 e 2001 Moçambique foi afectado pelas cheias, cujas consequências foram catastróficas, o que nos deu uma experiência e uma maneira de ver as coisas que podemos partilhar com os nossos irmãos de Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe», salientou.

Filipe Lúcio afirmou que, apesar das diferenças entre cada país, todos os PALOP são propensos a desastres naturais.

«Se não são cheias, são secas ou ciclones tropicais. Daí que é necessário que ao nível dos países de expressão portuguesa encontremos uma estratégia comum para lidar com os desastres naturais», frisou o director do Instituto Nacional de Meteorologia de Moçambique.

O presidente do Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica de Cabo Verde, José Manuel Gomes Moreno, disse que o país considera importante a reabilitação do centro de formação meteorológica de Angola, que permitirá a formação de profissionais na área da meteorologia e da geofísica ao nível dos PALOP.

«Nós acabámos de fazer uma reestruturação e transformámos os Serviços Nacionais de Meteorologia em Instituto Nacional de Meteorologia e Geofísica, com autonomia administrativa, financeira e patrimonial», afirmou José Moreno.

Idêntico ponto de vista foi partilhado por Luís Constantino, do Instituto Nacional de Meteorologia de Angola (INAMET), que realçou a necessidade de manutenção do centro de formação da Mulemba, como instituição que permitirá a formação de quadros dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.

«Devido à guerra houve pretensões de vários países de transferir o centro para outro país mais estável, mas com a chegada da paz o relançamento do centro será possível, pelo que discutiremos aspectos relativos não só à formação de quadros, mas também de fortalecimento da cooperação e intercâmbio de dados», garantiu Luís Constantino.

«Em termos de meteorologia, a situação de Angola comparada com alguns dos (outros) PALOP, está muito melhor», defendeu.


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