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  Cabo Verde
Partidos sem objecção à nomeação de Carlos Gomes Júnior
- 8-May-2004 - 17:11

O presidente guineense recebeu hoje delegações das cinco formações políticas com assento parlamentar, visando consultá-las para a formação do futuro governo do PAIGC, sem que tenha sido posto em causa o nome de Carlos Gomes Júnior para o chefiar.


Henrique Rosa recebeu, em separado, delegações dos partidos Africano de Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), da Renovação Social (PRS) e Unido Social Democrático (PUSD) e também das coligações União Eleitoral (UE) e Aliança Popular Unida (APU).

Após estas consultas, previstas na Constituição guineense, o chefe de Estado pode agora confirmar o líder do PAIGC, Carlos Gomes Júnior, como primeiro-ministro, fruto da vitória do antigo partido único nas eleições legislativas de Março último.

Fonte da assessoria da presidência guineense disse que o decreto presidencial que confirmará a nomeação de Carlos Gomes Júnior deverá ser divulgado "logo às primeiras horas" de segunda-feira, dia em que o primeiro-ministro tomará posse.

Um programa elaborado pelos serviços do protocolo de Estado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, a que a Lusa teve acesso, assinala que a tomada de posse está marcada para as 13:00 locais de segunda-feira (14:00 em Lisboa), numa cerimónia que decorrerá na Presidência da República.

À saída de audiência com o chefe de Estado, Carlos Gomes Júnior adiantou que vai apresentar a Henrique Rosa a lista completa do seu elenco governamental o mais tardar até quarta-feira e admitiu que, nesse mesmo dia, os 16 ministros e sete secretários de Estado poderão tomar posse.

Entretanto, Florentino Mendes, porta-voz da delegação do PRS recebida em audiência pelo chefe de Estado guineense, disse aos jornalistas que o seu partido pediu a Henrique Rosa que esteja atento ao futuro governo que o PAIGC venha a apresentar ao país.

"Vamos exigir ao PAIGC que forme um governo com pessoas competentes e capazes. Vamos estar atentos a situações que possam conduzir ao nepotismo na administração pública", declarou Florentino Mendes.

Já Francisco Fadul, líder do PUSD, terceira força política mais votada nas eleições de Março, anunciou aos jornalistas ter transmitido ao chefe de Estado "os legítimos receios" do seu partido em relação à governação do PAIGC.

Sem querer especificar os "receios", Fadul disse ter pedido a Henrique Rosa que seja "o vigilante número um" para combater a impunidade, de forma a que, "desta vez, as esperanças dos guineenses não sejam goradas".

"Não sei se este é o lugar ideal para falarmos desses receios, já que falamos com o presidente da República num clima de gabinete fechado. Mas são receios legítimos de que o poder possa voltar a ser exercido com um sentido absolutista, que prescinda da parceria com outras forças da sociedade", afirmou.

Fadul aludia ao acordo parlamentar a que o PAIGC (45 mandatos) chegou com as demais forças na Assembleia Nacional Popular (ANP), nomeadamente com o PRS (35 mandatos) e UE (dois), o que dará uma maioria superior à de dois terços - 82 dos 100 deputados.

Com este acordo parlamentar, o PUSD, que elegeu 17 deputados, é, assim, teoricamente, a única bancada que vai fazer oposição ao PAIGC na ANP.

Por seu lado, Joaquim Baldé, líder da UE, defendeu que a coligação que dirige não vê qualquer problema na indigitação de Carlos Gomes Júnior como primeiro-ministro, uma vez que, durante a campanha eleitoral, sempre assumiu que seria chefe do governo em caso da vitória do PAIGC.

No entanto, o líder da UE frisou que o facto de a sua coligação ter rubricado um acordo de entendimento no parlamento com o PAIGC não significa que vai deixar de exercer o seu direito enquanto oposição, mesmo com os dois deputados que tem na ANP.

Por último, o chefe de Estado guineense recebeu Nuno Hélder Barbosa, secretário executivo da coligação APU, que, à saída da audiência, disse que o encontro com Henrique Rosa se tratou de "mera formalidade constitucional" para a formação do futuro governo do PAIGC.


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