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  Cabo Verde
Cabo Verde: Passa o Poder (PP)
- 10-May-2004 - 16:44


«Não é preciso vir peritos de estrangeiro, para nos convencer do estado de coisas más em Cabo Verde. Somos nós caboverdeanas e caboverdeanos, peritos do nosso dia-a-dia e de promessas não cumpridas desde de 1974, quando nos prometiam e nos convenciam de que basta a nossa independência de Portugal, para que, ditadura, emigracão, desemprego, analfabetismo, falta de formação profissional e informação, má saúde, falta de habitação, pobreza e miséria acabassem, nestas nossas queridas ilhas de Cabo Verde.»


Por: Maria da Fátima Morabeza

«Vinte e nove (29) anos passaram e as promessas ainda não foram cumpridas, somente repetidas e acrescentadas com mais promessas e discursos.

Chegou a hora de fazer qualquer coisa e exigir aos políticos a cobrança da dívida para com este povo humilde e heróico de Cabo Verde!

O Estado é o banco do povo. O povo deposita no estado em formas de filhos, trabalho e de pagamentos diversos. E compete ao estado dar respostas via seus governantes, deputados e políticos em geral, que recebem um ordenado e, têm deveres e obrigações para com o povo. Eis a razão e direito do povo, que também é dono do estado, de exigir resultados e responsabilidades de boa governação e, se for necessário trocar os governantes.

PASSA O PODER:

É com o método mais democrático, até hoje reconhecido, é que esta nossa organização e a nossa luta, para descentralização, autonomia regional (autonomia de cada ilha, de cada município e, de cada localidade) e autonomia de localidades, deu o seu início.

A nossa organização e o nosso movimento denomina-se simplesmente de: PASSA O PODER (PP). Quer dizer que os governantes, deputados da assembleia nacional, e políticos em geral do estado centralizado na e da Praia, possam, devem e têm que passar o poder do centro da Praia, Mindelo para as ilhas e municípios e, dos centros municipais para os bairros e localidades. Em outras palavras Descolonização e Descentralização, na sua generalidade e modernidade, alcançando o mais alto grau de democracia, que significa o poder e governo do povo.

Cabo Verde podia ser um modelo para o mundo, em vez de esperarmos um modelo do mundo, que não existe. Descentralização é um processo, que deve ser sempre reestruturado e vitalizado segundo os tempos, evolução e as demandas do povo. Descentralização e democracia deve ser feito de baixo para cima e não ao contrário, do que tem sido feito em Cabo Verde.

ORGANIZACÃO:

Pedimos ao povo de Cabo Verde, dentro e fora do país para se organizarem nas suas: ruas, zonas, bairros, cidades, vilas, povoações, aldeias e localidades em geral, para encontros de "chá/café" (formação de núcleos de reflexão) e dar prioridade à reflexão e discussão desta tão delicada e urgente matéria da descentralização. Uma necessidade para o nosso desenvolvimento e futuro de sucessos para a nossa sociedade, de que todos os governantes e políticos em geral, falam, mas não querem dar passos, por falta de boa vontade e de uma visão, capaz de pôr a máquina a trabalhar.

ACTIVIDADE:

No dia 5 de Julho, será dia de descentralização/descolonização. Às 16:00 (4 horas de tarde) horas, de Cabo Verde, em todo o país e diáspora, em todas as ilhas, em todos as cidades e vilas, em todos os municípios e concelhos, em todas as vilas e localidades, "vamos todos" a reunir-nos nas praças ou nos sítios de concentração, cada pessoa levará consigo uma vela (ajude aqueles que não podem comprar uma vela), para acendermos durante uma "Demonstração serena e de cânticos”, sem discursos (estamos fartos de discursos), que terá uma duração de cerca de 60 minutos.

O tempo da duração da demonstração será decidido, por cada organização autónoma da respectiva zona. Todos são livres para se organizarem-se. Os cânticos podem ser nacionais ou internacionais, que tem haver com luta de liberdade, de poder, descolonização, de justiça e desenvolvimento da sociedade e democracia, sem representar qualquer partido ou ideologia religiosa-política, específica ou partidária.

A nossa luta não é de ideologias clássicas ou pensamento de um homem, um ditador, ela é de política prática e concreta de descolonização e descentralização, para desenvolvimentos e da democracia de e para todo o Cabo Verde.

Viva Cabo Verde, sem colonização, centralismo, exploração, marginalização, ou discriminação! Queremos um Cabo Verde, para todos, sem egoísmo, sem autismo, sem colonos e sem donos.

Com a unidade completa, o objectivo de todos será alcançado (não haverá derrotados nem vencedores)! VIVA PASSA O PODER (PP)! VIVA CABO VERDE UNIDO, DESCENTRALIZADO, DESENVOLVIDO E DEMOCRÁTICO!»


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