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  Cabo Verde
Novo primeiro-ministro quer inverter rumo do país
- 11-May-2004 - 19:00

O novo primeiro-ministro da Guiné-Bissau, Carlos Gomes Júnior, comprometeu-se a inverter "o rumo perigoso que tomou o destino dos bissau-guineenses" e apelou às forças vivas a ultrapassarem juntas este desafio com vista a assegurar o desenvolvimento sustentável do país.


Carlos Gomes Júnior, líder do Partido Africano para a Independência da Guiné-Bissau e de Cabo Verde (PAIGC) que venceu as eleições legislativas de Março passado, falava durante a cerimónia do seu empossamento pelo Presidente interino Henrique Perreira Rosa na presença de membros do governo de transição e do seu antecessor, António Artur Sanha.

O primeiro-ministro pediu ao povo da Guiné-Bissau para alimentar uma grande esperança no seu futuro governo, adiantando que a sua tarefa não será facil, tendo em conta a situação que o país atravessa.

Realçou que o saneamento das finanças públicas numa governação rigorosa deve beneficiar a atenção particular da parte do novo governo, antes de defender a necessidade de edificar um Estado que cultiva valores da democracia, desenvolvimento e paz.

"Deve ser o momento de acção e não de palavras. Pretendemos assegurar a todos os partidos políticos que o novo governo vai privilegiar o diálogo e o respeito dos direitos dos actores políticos sem nenhuma exclusão", sublinhou.

Por seu turno, o chefe de Estado interino, Henrique Perreira Rosa, realçou os enormes desafios que o novo primeiro-ministro e a sua equipa devem ultrapassar no que concerne a situação de extrema pobreza que o país atravessa devido aos desequílibrios financeiro, económicos e sociais e a má utilização dos recursos internos.

Henrique Rosa adiantou que o novo primeiro-ministro deve assumir com coragem e determinação as reformas a nível das finanças públicas, prestando uma atenção particular à saúde pública, educação, ensino profissional e à solidariedade social.

Todavia, sublinhou que as reformas devem ser baseadas nas capacidades e competências dos recursos humanos sem exclusão por motivos políticos.

"Que o bom Deus vos ajude a satisfazer os desejos do povo sem injustiça nem exploração, com vista a promover a reconciliação e a coesão nacional", concluiu o Presidente interino da Guiné-Bissau.


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