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Brasil e Portugal com actividades conjuntas nos centros de língua
- 14-Dec-2002 - 12:34

O desenvolvimento de iniciativas conjuntas para a defesa e divulgação da língua portuguesa poderá marcar uma nova etapa no relacionamento entre Brasil e Portugal.

Os dois países vão, numa experiência inicial, elaborar um plano de actividades conjuntas em relação aos centros de língua portuguesa que ambos mantêm em Buenos Aires, na Argentina.

Segundo o ministro Luiz Fernando Ligiéro, director-geral do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores, já há uma vontade política expressa, que agora ganha o esforço operacional.

Em Setembro de 2001, os dois países assinaram um convénio visando o desenvolvimento de acções para promover a língua portuguesa no exterior.

«É uma atitude inovadora entre os dois países na maneira de cooperar\", ressaltou o director do Instituto Camões, Francisco Nuno Ramos, da direcção de Serviços de Língua Portuguesa e Intercâmbio Cultural.

A proposta é ampliar a cooperação bilateral com a convergência de actividades e o desenvolvimento de estratégias regionais concertadas. Isso significa uma maior articulação entre os centros de língua portuguesa, do Instituto Camões, e os centros de estudos brasileiros presentes em terceiros países.

Se uma das partes não dispuser de instalações culturais próprias, em outros países, irá beneficiar do apoio da outra parte para viabilizar difusão de conteúdos culturais, artísticos e científicos, seja na variante brasileira ou portuguesa. O que certamente, ressaltam os representantes dos dois países, vai racionalizar estruturas, meios e custos.

Portugal conta com 21 centros culturais espalhados no exterior. A rede brasileira está baseada 14 centros de estudos; 9 institutos culturais, 10 escolas bilíngües e cursos de português entre outras iniciativas.

Uma das acções iniciais será a realização de um curso de formação de professores da língua portuguesa em território argentino.

Na avaliação dos dois representantes, esse fortalecimento do relacionamento bilateral poderá, gradualmente, trazer reflexos significativos, dando maior dinamismo à concertação entre os países da comunidade de língua portuguesa.

«Quem sabe, numa etapa posterior, poderemos estender essa forma de cooperação aos demais países\", avalia Francisco Ramos, que veio ao Rio de Janeiro participar do seminário sobre políticas de divulgação da língua portuguesa.

Apesar de ter um carácter informal, o evento terminou com a aprovação de uma sugestão de agenda mínima para a actuação do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP).

Para o representante do instituto, Jorge Alfama, o resultado desse encontro foi extremamente positivo. É que apesar dos anos de existência, o IILP ainda não saiu efectivamente do papel, deixando de cumprir sua missão como braço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) para a divulgação da língua portuguesa.

Entre as sugestões aprovadas estão que o instituto concentre esforços para a elaboração de um projeto de Observatório da Língua Portuguesa e o levantamento de informações sobre as actividades dos Estados-membros voltadas para a promoção e difusão da língua portuguesa.

Essas sugestões, no entanto, serão submetidas à direção-executiva para posterior elaboração de um documento final a ser apresentado na segunda assembleia-geral do IILP, previsto para o primeiro trimestre de 2003.

Na avaliação de fontes diplomáticas, há uma grande possibilidade dessas sugestões serem aprovadas pela direção-executiva em virtude dos consensos conseguidos no texto, que ainda tem o carácter informal Os participantes do seminário - Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe - estiveram ausentes Angola e Timor-Leste - reiteiram ainda a necessidade dos países signitários do acordo ortográfico, que ainda não ratificaram, o façam no mais breve prazo possível.

Outra solicitação aprovada foi também em relação ao pagamento de quotas de contribuição ao IILP. Cada um dos países da comunidade contribuem com 20 mil euros, valor que começou a ser cobrado este ano. Cabo Verde e Angola já pagaram e o Brasil, segundo o ministro Ligiéro, efectuará o pagamento na próxima semana.

Por Ana Lúcia Schettino
da Agência Lusa

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