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Acordo Ortográfico deve ter novas regras, fiz director do Instituto Camões
- 25-May-2004 - 16:27

O director do Instituto Camões (IC) no Brasil, o pianista Adriano Jordão, defendeu hoje em Brasília a alteração das regras para a entrada em vigor do acordo ortográfico entre os países de língua portuguesa.


O conselheiro cultural português e director do IC questionou a exigência, segundo ele "impraticável", de que todos os oito membros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) tenham que ratificar o acordo antes que este entre em vigor.

A questão do acordo ortográfico será um dos temas centrais da V Conferência de Ministros da Educação da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), que se realiza dia 26, em Fortaleza, no Brasil.

"O acordo ortográfico é importantíssimo e espero que ele saia de uma vez por todas", disse Adriano Jordão.

"O Reino Unido não é menos europeu pelo facto de usar a libra em vez de usar o euro; o que não se pode é emperrar a vida toda por uma questão técnica", assinalou.

Apenas o Brasil, Cabo Verde e Portugal ratificaram o acordo ortográfico, assinado em Lisboa em Dezembro de 1990.

Angola, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste ainda não ratificaram o acordo, mas os dirigentes timorenses deverão fazê-lo em Fortaleza.

Adriano Jordão considera a política da língua portuguesa como o seu maior desafio à frente do Instituto Camões no Brasil.

"O português, quer como língua literária quer como língua útil, tem um futuro extraordinário: como língua literária tem um passado ao nível dos maiores; como língua útil, falar português deve ser uma mais valia para ter emprego", destacou.

Segundo Adriano Jordão, "se guardamos o português no armário, a língua corre o risco de ficar como o esperanto ou o grego morto".

"O português tem que passar a estar nos `softwares' dos computadores, deve ser uma língua dos fóruns e organizações internacionais e gerar postos de trabalho; temos que lutar contra a globalização colonizadora das grandes potências", defendeu ainda.

Na opinião do director do IC, é importante que se faça a "globalização luso-brasileira".

Adriano Jordão lembrou ainda que a língua portuguesa é transcontinental e é falada actualmente por mais de 200 milhões de pessoas na América, Europa, África e Ásia.


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