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  Cabo Verde
Reunião da CPLP termina em Fortaleza com novas perspectivas para a educação
- 27-May-2004 - 14:17

A V Conferência dos Ministros da Educação da CPLP abriu novas perspectivas para o ensino à distância, formação de professores, acordo ortográfico e valorização da literatura no ensino da língua portuguesa, segundo o ministro português da Educação.


David Justino, durante o encontro que terminou quarta- feira em Fortaleza, no Brasil, defendeu a inclusão de autores lusófonos nos currículos dos países de ensino português.

"Hoje cada país privilegia os próprios autores e esquece, no fundo, que a língua como elemento comum poderá ser um factor de união e identidade no espaço lusófono. É importante termos conhecimento de todos os autores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa", defendeu o ministro português.

Sobre a proposta de avançar com o acordo ortográfico mesmo sem a ratificação de todos os países, David Justino considera que o problema não é apenas político.

O ministro português acredita que na cimeira dos chefes de Estado e de governo da CPLP, em São Tomé, em Julho, vai ser obtido um consenso para que o acordo ortográfico entre em vigor apenas com a ratificação já feita por Brasil, Cabo Verde e Portugal.

"Mas não vale a pena haver apenas uma decisão política sobre o acordo se depois não existirem acções de promoção da língua e da cultura dos países da CPLP. O que é necessário é caminhar para a generalização do português como língua oficial", disse.

Na reunião de Fortaleza, os ministros da Educação recomendaram como prioridade da cooperação no âmbito da CPLP a formação de professores através de acções concertadas, com recursos às tecnologias da informação e ao ensino e formação à distância.

Os ministros da CPLP decidiram também criar um grupo de trabalho de ensino técnico profissionalizante, que deverá apresentar um plano de acção no prazo de 90 dias.

As conclusões do encontro apontam ainda para a necessidade de ser estimulada a inclusão de obras de história e literatura produzidos nos países da CPLP nos currículos escolares.

Em relação às metas estabelecidas pela conferência de Dakar, os ministros presentes à conferência concordaram que a CPLP vai perseguir os objectivos de educação para todos até 2015.

"As metas da declaração de Dacar, no entanto, só serão concretizadas nos países da CPLP se houver um forte investimento na chamada educação à distância. Há que conciliar as experiências do Brasil e de Portugal no sentido de ajudar os outros países", assinalou ainda o ministro português.

Os ministros da educação da CPLP abordaram ainda a questão do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, considerado o berço da organização, e acordaram em dotar o IILP dos recursos humanos, materiais e financeiros indispensáveis para a realização dos seus objectivos.

O encontro aprovou ainda a "Declaração de Fortaleza", que estabelece a criação, num prazo de 10 anos, de um espaço de ensino superior na Comunidade.

Os ministros comprometeram-se também a oferecer assistência especial à construção do sistema educacional da Guiné Bissau e do Timor-Leste.

Os ministros da Educação timorense, Armindo Maia, e guineense, Marciano Barbeiro, destacaram, durante as conclusões da reunião, que os seus países terão grandes dificuldades para cumprir os objectivos estabelecidos em Fortaleza por causa dos recentes conflitos que enfrentaram.

Os ministros destacaram igualmente nas conclusões da reunião de Fortaleza o facto do encontro ser histórico para a CPLP tendo em conta que " pela primeira vez todos os membros da organização vivem numa situação de paz".


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