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  Cabo Verde
Presidente da República pede ajuda para modernizar Forças Armadas
- 31-May-2004 - 16:00

O presidente da Guiné-Bissau pediu hoje aos ministros da Defesa dos oito Estados membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) para ajudarem a modernizar as Forças Armadas guineenses.


Henrique Rosa discursava na sessão inaugural da VII reunião dos ministros da Defesa da CPLP, que termina terça-feira, e sublinhou que "sem a solidariedade" dos "Oito" não se poderá proceder à reforma das Forças Armadas, para que o país possa encontrar a estabilidade política que necessita.

Devido aos "sucessivos erros cometidos na gestão da economia", disse, a Guiné-Bissau ficou "incapacitada de suprir as necessidades da administração pública", pelo que se têm vindo a avolumar os problemas na gestão dos recursos humanos e no equipamento das Forças Armadas.

"Por causa das pensões de reforma degradadas que oferecemos aos nossos funcionários públicos, e consequentemente aos nossos combatentes, é praticamente impossível proceder à renovação das Forças Armadas", sublinhou Henrique Rosa, defendendo que esse é um dos sectores "que cria maiores dificuldades à governação".

O chefe de Estado guineense realçou que, não sendo renovado, o exército "dificilmente poderá ser modernizado", pois até as casernas estão "em mau estado" e o "rancho é limitado".

"Assim, tornou-se quase impossível garantir o nível de exigência requerido para este sector tão importante da nossa vida, com implicações negativas no plano disciplinar e moral das nossas forças militares e paramilitares", acrescentou.

"Não fosse a grande maturidade e experiência política dos nossos gloriosos combatentes da liberdade da Pátria, que vai sendo transmitida às novas gerações, teríamos talvez de enfrentar problemas ainda maiores", afirmou Henrique Rosa.

Segundo Henrique Rosa, a Guiné-Bissau "herdou um exército numeroso", com o seu "cotejo de vantagens e dificuldades, viúvas, órfãos e combatentes idosos", a que é devido um especial reconhecimento e tratamento.

"O cumprimento dessas obrigações continua na agenda política nacional em lugar de destaque, pois todos estamos conscientes que, sem a sua adequada resolução, dificilmente a Guiné-Bissau poderá encontrar a estabilidade política e social tão necessária para o seu desenvolvimento", sustentou.

Por isso, Henrique Rosa pediu aos Estados membros da CPLP para "cooperarem" com a Guiné-Bissau, contribuindo para ajudar a modernizar as suas Forças Armadas, tornando-as "aptas" para responderem às solicitações nos quadros da comunidade, regional ou continental.

"Este é um conceito estratégico fundamental que deveremos aprofundar ao longo da reflexão que somos chamados a realizar e que deve presidir a toda a nossa acção nos diferentes espaços de integração em que estamos inseridos", sublinhou Henrique Rosa.

Nesse sentido, sublinhou que, se houver colaboração forte na área da Defesa no seio da CPLP, a Guiné-Bissau pode desempenhar um papel "muito mais forte" na Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).

"O mesmo se deverá dizer em relação aos demais países e processos de integração, da União Europeia ao Mercosul, da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) à Comunidade dos Estados da África Central (CEAC), ou à ASEAN", sublinhou.

"Só um conceito de cooperação semelhante ao presente poderá dar força e sentido à nossa comunidade, cuja descontinuidade geográfica e diferentes níveis de desenvolvimento já constituem, por si sós, barreiras inibidoras de uma maior aproximação", concluiu.

No encontro participam os ministros da Defesa de Angola, Kundi Paihama, Brasil, Cabo Verde, Armindo Maurício, Guiné-Bissau, Daniel Gomes, Moçambique, Tobias Joaquim Daí, Portugal, Paulo Portas, e de São Tomé e Príncipe, Óscar Aguiar e Sousa, e ainda o secretário de Estado da Defesa de Timor-Leste, Roque Rodrigues.

Presentes na cerimónia de abertura da reunião estiveram também o presidente da Assembleia Nacional Popular (ANP), Francisco Benante, e o primeiro-ministro Carlos Gomes Júnior, bem como as chefias militares e o corpo diplomático acreditado em Bissau.


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