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  Cabo Verde
Paulo Portas defende reforço da cooperação na área da Defesa
- 1-Jun-2004 - 19:51

O ministro de Estado e da Defesa, Paulo Portas, defendeu hoje o reforço da cooperação com Cabo Verde na área da Defesa e Segurança, à chegada a este país para uma visita oficial.


Em declarações à Agência Lusa, no aeroporto da Cidade da Praia, Paulo Portas saudou também os órgãos de soberania de um país que considerou "um caso exemplar de democracia bem sucedida, de tolerância e desenvolvimento, apesar das dificuldades naturais".

"Há uma ligação muito grande entre Cabo Verde e Portugal, entre portugueses e cabo-verdianos", disse.

Salientando que os dois países querem incrementar uma cooperação que se desenvolve há já muito tempo, Paulo Portas frisou: "o relacionamento em termos de cooperação técnico militar com Cabo Verde é fortíssimo e desenvolve-se para além do quadro multi-lateral".

Portugal tem neste momento mais de 100 assessorias com países com quem tem "uma cooperação extremamente franca" e, a pedido destes países, adiantou, pode "ajudar num conjunto de matérias que tem a ver com a organização ou com desenvolvimento das Forças Armadas e das respectivas missões".

"Há muitas matérias em que podemos ajudar. Neste âmbito, em Cabo Verde, essa cooperação, seja no plano intelectual, seja no plano académico, institucional ou no plano militar estrito tem-se desenvolvido e vai desenvolver-se mais", disse.

Em relação a Cabo Verde, Portugal tem a sua cooperação técnica e militar mais visível na área da assessoria, mas, segundo Paulo Portas "são laços de cooperação muito fortes".

"Ajudamos em todas as áreas onde a nossa ajuda é solicitada e está ao nosso alcance, seja no quadro da organização do modelo para o século XXI para as Forças Armadas e Defesa, sejam dos conceitos e das doutrinas, que em termos militares são extremamente importantes porque presidem a todas as outras opções", explicou.

"Temos problemas muito comuns e experiências a trocar, como a fiscalização marítima, que é decisiva para o sentido de independência dos tempos modernos face à frequência ilegal ou indesejável de águas classificadas, onde vai haver também um desenvolvimento da cooperação, que já teve sinais positivos", acrescentou.

Cabo Verde tem uma fronteira marítima de 1200 quilómetros e a sua Zona Económica Exclusiva estende-se por 760 quilómetros quadrados, para os quais as autoridades admitem a manifesta incapacidade material para fiscalizar com o mínimo de eficácia.

À chegada à Cidade da Praia o ministro português falou também da hipotética criação de uma força de paz no âmbito da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), explicando que para isso "é preciso dar um conjunto de passos prévios, porque em termos militares e operacionais o rigor é estrito e obrigatório".

Cauteloso nesta questão, como já fora em Bissau, onde participou num encontro de ministros da defesa da CPLP, Paulo Portas sublinhou que para se atingir uma força de paz "há um planeamento e um conjunto de fases que têm de ser ultrapassadas e bem".

"Posso dizer que, quer no quadro da cooperação bilateral, quer no âmbito da CPLP, o reforço da dimensão da Segurança e Defesa é inequívoco e pretende levar esta comunidade, medida pela história, pela cultura e pelo valores, mais longe do ponto de vista da sua presença internacional", salvaguardou.


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