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Jornalistas do Jornal de Notícias
à beira de um ataque de nervos

- 2-Jun-2004 - 9:00


É cada vez mais pesado o ambiente que se vive nas duas principais redacções, mas sobretudo na do Porto

Na mesma altura (27 de Maio) em que um documento crítico sobre a política editorial do Jornal de Notícias (publicação que perdeu a liderança do mercado português para o Correio da Manhã), e já subscrito por mais de 20 jornalistas, chegava às mãos de Henrique Granadeiro (Presidente Executivo da PT Lusomundo Média), Silva Peneda (Presidente do Conselho de Administração do JN), ao ministro Morais Sarmento e aos diferentes grupos parlamentares da Assembleia da República, os jornalistas aprovavam em plenário uma moção em que advertem a empresa Global Notícias "para os efeitos negativos, designadamente na qualidade do trabalho quotidiano", caso esta "persista na sua política de recuo e mesmo de desinvestimento no estímulo ao empenhamento e à dedicação dos jornalistas".


Por Carlos Dias Abreu
e Lurdes Castello-Branco


Embora os jornalistas contactados pelo Notícias Lusófonas afirmem que “desconhecem a existência de um tal documento”, a verdade é que ele existe como, aliás, nos foi confirmado por fonte da PT e por diversos deputados do Parlamento português.

As nossas fontes não revelaram o conteúdo do documento, adiantando apenas que ele está a ser analisado pelos responsáveis da Global Notícias, tomando “como matéria de facto algo que é visível: o mal-estar vivido nas Redacções e a perda de liderança editorial num mercado que há muito pertencia ao JN”.

Importa esclarecer que esse mal-estar é reforçado pelo atestado de menoridade e de incompetência passado pela Direcção do JN à restante hierarquia (Editores executivos e editores) mas que, contudo, é posterior quer ao documento em referência quer à moção aprovada.

Direcção desautoriza editores

Segundo a Comissão Negociadora Sindical (CNS) dos jornalistas do JN, a Direcção daquele jornal «alterou as avaliações de desempenho de um apreciável conjunto de jornalistas, diminuindo a «a notação atribuída pelos avaliadores».

Além disso, afirma a CNS, «algumas avaliações apresentam apenas as apreciações globais, sem que tenham sido notados os itens previstos no respectivo formulário, o que põe em causa o princípio da objectividade na avaliação», acrescentando que tal procedimento «gera sempre não só desânimo e revolta nos avaliados, mas também desconforto e frustração na relação entre avaliados e avaliadores directos, para não dizer sentimento de desautorização destes últimos».

«A revisão dos resultados, por vezes drástica e sem qualquer justificação, gera desconfiança e não contribui em nada para credibilizar os processos de avaliação de desempenho e sobretudo desmotiva o investimento individual», diz ainda a CNS.

O que diz a moção

Em moção aprovada em plenário, a 27 de Maio, os jornalistas do JN aceitaram a actualização dos seus salários em 2,2% já adiantada por acto de gestão, mas mantêm a reivindicação de revisão salarial em 5,99%.

Os jornalistas consideram que os pequenos progressos nas negociações entre a Comissão Sindical e a Administração são insuficientes para conter e inverter a perda do poder de compra, uma vez que nos últimos anos as suas actualizações salariais têm sido inferiores à inflação verificada.

"A atitude responsável sempre evidenciada pelos jornalistas ao serviço do JN (através das suas propostas de revisão das condições salariais) representa um contributo decisivo para que o jornal continue a afirmar-se e a produzir os resultados de que a própria Empresa se regozija publicamente", lê-se na moção.

Apesar de, segundo um comunicado da holding "PT Multimedia" divulgado no passado dia 27, “o Jornal de Notícias Ter tido uma performance notável no primeiro trimestre de 2004, vendendo em média 127,5 mil exemplares por dia, um crescimento de 19,6% face aos níveis de circulação do primeiro trimestre de 2003", os jornalistas continuam a enfrentar um mau ambiente de trabalho e uma clara subalternização em relação aos produtores de conteúdos.


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