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  Cabo Verde
«PAIGC não pode falhar mais», adverte histórico do ex-partido único
- 9-Jun-2004 - 20:30

O antigo presidente da Guiné-Bissau Malam Bacai Sanhá advertiu hoje o PAIGC, actualmente no poder, de que "não pode falhar mais" na governação do país, tal como aconteceu no passado recente.


Malam Bacai Sanhá, um dos mais destacados dirigentes do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) foi presidente da República interino entre Maio de 1999 a Fevereiro de 2000.

Malam Bacai Sanhá assumiu o cargo logo após o conflito político-militar 1998/99, de que resultou a deposição, por uma Junta Militar, do regime do então presidente João Bernardo "Nino" Vieira.

Em entrevista hoje publicada pelo jornal privado "Kansaré", Malam Bacai Sanhá considerou que o PAIGC "está proibido de voltar a falhar".

"Aconselho o novo governo a não voltar a falhar. Aliás, o PAIGC está proibido de falhar mais. Como militante do PAIGC estou muito preocupado com os últimos cenários após a nomeação do governo", disse Bacai Sanhá.

O "histórico" dirigente do PAIGC aludia aos desentendimentos ocorridos entre o primeiro-ministro e líder do PAIGC, Carlos Gomes Júnior, e o seu vice-presidente, depois de Aristides Gomes ter rejeitado assumir a tutela do Ministério da Administração Territorial, Reforma da Função Pública e do Trabalho.

Aristides Gomes, que não compareceu à cerimónia de tomada de posse, alegou, na altura, ter sido "enganado e desrespeitado" pelo líder do partido, que, afirmou na ocasião, lhe havia prometido a pasta de ministro dos Negócios Estrangeiros (MNE).

Em declarações à imprensa no mesmo dia, e para justificar a sua ausência na tomada de posse, Aristides Gomes afirmou que o seu nome para o MNE foi "vetado" pelos militares e pelo chefe de Estado guineense, Henrique Rosa, alegadamente devido às suas conhecidas ligações a "Nino" Vieira, publicamente assumidas.

Na conferência de imprensa, inédita no seio do PAIGC, Aristides Gomes disse, na altura, que tudo isso lhe tinha sido dito pelo próprio primeiro-ministro para justificar a sua não nomeação para a pasta dos Negócios Estrangeiros.

O facto mereceu mesmo uma "mini-crise" interna no seio do PAIGC, que criou uma "comissão de veteranos" para ouvir os dois dirigentes, de forma a apurar a verdadeira razão da discórdia.

Embora a comissão tenha concluído já a auscultação, até hoje não foram tornadas públicas as conclusões de ambas as versões nem qualquer comentário foi feito quer em público quer em privado.

No entanto, Malam Bacai Sanhá, embora reivindique que tal situação "faz parte da democracia", lembrou que o PAIGC dos anos 70 não pode ser o mesmo partido nos dias que correm, porque, afirmou, a Guiné-Bissau "já não vive no tempo do partido único".

"O que se passa no PAIGC, se tivesse sido evitado, seria bom. A minha palavra de ordem vai no sentido de dizer que o PAIGC não pode voltar a errar mais", afirmou Malam Bacai Sanhá.

Responsabilizando o PAIGC pelo estado deplorável da Guiné- Bissau, o também antigo presidente do Parlamento afirmou que "o país não pode continuar tal como está hoje".

"Desta vez, o PAIGC deve ser capaz de fazer o país arrancar para o desenvolvimento", concluiu Bacai Sanhá, derrotado por Kumba Ialá na segunda volta das eleições presidenciais de 1999, ao recolher apenas 28 por cento dos votos.


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