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  Cabo Verde
São Tomé defende estabilidade para garantir desenvolvimento
- 16-Jun-2004 - 22:24

O ministro dos Negócios Estrangeiros de São Tomé e Príncipe, Ovídio Pequeno, defendeu hoje a estabilidade política no interior da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) como forma de garantir o desenvolvimento de seus membros.


Em declarações à Agência Lusa, o governante são- tomense disse que, dada a importância do assunto, "este será o grande tema da cimeira da CPLP" a decorrer em finais de Julho na capital de São Tomé e Príncipe.

O ministro Ovídio Pequeno considerou também que é preciso manter um clima de estabilidade política para permitir que "os trabalhos que se desenvolvem a nível da CPLP tenham impacto nas sociedades" dos oito países membros.

"Se nós não tivermos estabilidade política , ninguém pode programar nada em termos de desenvolvimento", sublinhou Ovídio Pequeno.

O ministro são-tomense foi recebido terça-feira no Palácio do Planalto pelo presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que confirmou a sua presença na V cimeira dos chefes de Estado e de governo da CPLP, a decorrer a 26 e 27 de Julho, em São Tomé.

"Viemos a Brasília trazer um convite do presidente Fradique de Menezes ao presidente Lula para que participe da próxima cimeira da CPLP. Estamos convencidos de que o presidente Lula estará em São Tomé" para a reunião, referiu o ministro.

Segundo Ovídio Pequeno, o "tema da cimeira será a sociedade de informação como contribuição para a boa governação e a transparência", mas a questão da paz e da estabilidade estará presente em todos os debates.

Durante a cimeira, o Brasil passará para São Tomé e Príncipe a presidência da Comunidade, cargo que ocupou nos últimos dois anos.

O secretariado executivo da CPLP ficará sob a responsabilidade de Cabo Verde, tendo Portugal como adjunto.

"Nós temos de ver como desenvolver a CPLP, mantê-la de uma forma sã e saudável, podendo financiar projectos de desenvolvimento. Há também projectos em curso que não têm a ver necessariamente com a ordem financeira e que precisamos dar maior corpo e fazer com que tenham impacto no nível da CPLP", salientou Olívio Pequeno.

No encontro com o presidente Lula da Silva, o ministro são-tomense também abordou questões bilaterais nomeadamente os vários projectos em curso entre os dois países, nomeadamente nas áreas da saúde e alfabetização.

"Alguns deles precisam de um empurrão", disse o ministro sem especificcar quais.

"Destaco a vontade e a disponibilidade do presidente Lula em ajudar São Tomé e confirmo a determinação que existe por parte do Brasil de, na base da responsabilidade que assumiu nos acordos que já foram assinados, fazer com que as coisas andem", salientou.

Sobre a descoberta de petróleo no arquipélago, o ministro destacou que "há uma tendência um pouco exagerada daquilo que São Tomé poderá vir a beneficiar" da exploração do produto.

"Há sinais de mudança no país, há muita procura no nível internacional sobre São Tomé e Príncipe, e nós, são- tomenses, temos de ter a capacidade de gerir esta situação e não nos convencermos de que está o problema resolvido, porque se encontrou o petróleo", disse.

O ministro considerou que "a formação de quadros é uma das maiores preocupações actuais do governo são-tomense".

Ovídio Pequeno lembrou que foi adjudicado este ano apenas um dos nove blocos do acordo de exploração petrolífera conjunta entre São Tomé e Príncipe e a Nigéria.

Esse bloco, o mais disputado, foi conquistado pelas norte-americanas Chevron Texaco (operador do bloco) e a Exxon Mobil por um valor de 123 milhões de dólares (101 milhões de euros), dos quais 48 milhões de dólares (40 por cento) serão atribuídos ao governo são-tomense.

Quanto aos outros blocos, será reaberto novo processo de licitação, informou o ministro.

Embora o governo se escuse a falar do potencial petrolífero do país, há estimativas de que São Tomé e Príncipe pode produzir um milhão de barris por dia dentro de dez anos.


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