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  Cabo Verde
Liberalização aérea
levanta voo em África

- 21-Jun-2004 - 16:58


Cabo Verde centraliza reunião dos sete países que querem acelerar o tratado de Yamoussoukro

Os sete países que integram o Acordo de Banjul, do qual Cabo Verde faz parte, estão reunidos na Cidade da Praia para encontrar novas formas de implementação e aceleração do tratado de Yamoussoukro, tratado este que visa a liberalização do espaço aéreo em África. O grupo dos sete formam uma espécie de “linha da frente” da política de espaço aéreo livre.


Ao abrir esta manhã a reunião, o ministro cabo-verdiano do Estado e das Infra-estruturas e Transportes anunciou os eixos norteadores do programa do seu governo, para “a criação de um ambiente favorável ao desenvolvimento dos serviços de transporte aéreo necessários para a livre circulação de pessoas e bens...”

Segundo Manuel Inocêncio Sousa é, precisamente, por essa razão que Cabo Verde aderiu ao Grupo de Banjul (BAG), pois entende que “a liberalização do espaço aéreo na região africana, na linha da decisão de Yamoussoukro, é fundamental para o desenvolvimento” de Cabo Verde e “e do continente africano".

“A melhoria dos transportes no interior do continente é condição essencial para o aumento das trocas comerciais entre as economias africanas e, consequentemente, para o sucesso da NEPAD”, defendeu Inocêncio.

Além de Cabo Verde, o BAG é constituído pela Gâmbia, Gana, Guiné-Conakry, Libéria, Nigéria e Serra Leoa. Neste momento a Guiné-Bissau, representada no encontro da Praia pelo seu director-geral da Aviação Civil, Augusto Fernandes, apresenta-se como “observador”, podendo vir a aderir ao grupo.

“Estamos interessados em fazer parte deste grupo, tendo em conta que a Guiné-Bissau fica na sub-região e tem todo o interesse em aproveitar todo este desenvolvimento que será benéfico para nós”, afirmou o responsável guineense em conversa com a imprensa.

Além de representantes dos sete estados membros do BAG, este encontro da Praia conta igualmente com responsáveis da ICAO e da Aviação Civil Americana (FAA). De salientar que Cabo Verde obteve recentemente a categoria um da FAA, o que permite aos aparelhos da TACV efectuarem voos transatlânticos. Esta é, aliás, uma mais-valia que as autoridades da Cidade da Praia pretendem fazer jogar ao seu favor nesta sua sub-região, em matéria de transportes aéreos.

Fonte: A Semana on line


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