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  Cabo Verde
A caminho do progresso
com seriedade e saber

- 5-Jul-2004 - 0:02


De brilhante exemplo africano a parceiro da União Europeia, Cabo Verde não deixa os seus créditos por mão alheias

O 29º Aniversário da Independência de Cabo Verde, que hoje se comemora, tem como ponto alto uma sessão especial na Assembleia Nacional com a presença do Presidente da República, Pedro Pires. No arquipélago, um pouco por todas as nove ilhas habitadas, as autarquias locais estão tem estado a organizar provas desportivas e actividades culturais para comemorar o 5 de Julho.


Na Cidade da Praia, capital de Cabo Verde, a câmara municipal vai inaugurar um arruamento na zona da Calabacera, gesto que é igualmente repetido em várias localidades do arquipélago.

A Independência de Cabo Verde teve a sua génese no território "irmão" da então Guiné-Portuguesa no início dos anos 60 do século XX, onde o Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) deu início a uma luta armada contra o exército português.

Sob a liderança de Amilcar Cabral, o PAIGC afirmava-se pela construção de uma pátria comum aos actuais dois países.

Com a queda da ditadura em Portugal, a 25 de Abril de 1974, Cabo Verde e a Guiné-Bissau viram precipitar-se a almejada Independência.

Em 1974, a 26 de Agosto, em Londres e posteriormente em Argel, Portugal reconheceu a Guiné-Bissau e o direito de Cabo Verde chegar à Independência.

No arquipélago emergiu um Governo de transição e, a 30 de Junho de 1975, foi eleita uma Assembleia constituinte com a participação de mais de 80 por cento dos eleitores, tendo a lista do PAIGC conquistado uma larga maioria.

Foi esta Assembleia que proclamou a Independência da República de Cabo Verde, a 5 de Julho de 1975.

O projecto iniciado por Amílcar Cabral de unificação dos dois países, Guiné-Bissau e Cabo Verde, caiu por terra em 1980 após um golpe de Estado encabeçado por João Bernardo "Nino" Vieira, que derrubou da presidência guineense Luís Cabral, irmão de Amílcar.

Com esta sucessão de acontecimento, o PAIGC em Cabo Verde transformou-se em PAICV (Partido Africano da Independência de Cabo Verde), mantendo, todavia, a designação original na Guiné-Bissau.

Desde 1975 até 1991, Cabo Verde foi governado por um regime de partido único de concepção marxista, embora não alinhado no contexto da Guerra Fria.

Nas primeiras eleições multipartidárias em Cabo Verde, realizadas em Janeiro de 1991, Aristides Pereira, o histórico "líder" cabo-verdiano, foi afastado da presidência da República por Mascarenhas Monteiro, enquanto o PAICV dava o lugar ao Movimento para a Democracia (MpD) na chefia do executivo.

Situação que se manteve ao longo da década de 90 do século passado, acabando o PAICV por regressar ao poder em 2000 e Pedro Pires, um antigo comandante da luta de libertação, ocupado a presidência com o apoio do PAICV.

Os grandes desafios de Cabo Verde que marcam a passagem deste 29º Aniversário da Independência são o confronto com uma economia globalizada enquanto país sem recursos naturais e a saída para breve do grupo de Países Menos Avançados(PMA).

Integrar os PMA permitiu a Cabo Verde, durante quase duas décadas, beneficiar de empréstimos altamente bonificados e com longos períodos de amortização, que permitiram ao país emergir como uma das mais promissoras nações do continente africano, de acordo com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Nesta fase da sua história, a política externa cabo-verdiana está empenhada na ascensão do país a uma parceria especial com a União Europeia.

Para isso, Cabo Verde formou uma comissão nacional liderada pelo primeiro-ministro, José Maria Neves, que já afirmou contar com Portugal para este desígnio.


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