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Câmara de Comércio de Portugal em França vai renascer
- 8-Jul-2004 - 16:04


O renascimento da Câmara de Comércio de Portugal em França vai dar um passo decisivo em Setembro, com a formação de uma associação de uma vintena de empresas portuguesas a trabalhar no país, disse hoje fonte do ICEP.


A criação da Associação para o Desenvolvimento das Relações Económicas entre Portugal e França culmina um ano de trabalho neste projecto, disse à Agência Lusa o director do ICEP em Paris, Mário Ferreira.

A existência desta entidade é necessária durante um ano para provar o prestígio e a independência económica perante o Estado francês, que só assim atribui a denominação de Câmara de Comércio.

Caso seja bem sucedida, esta acção terminará com um vazio de uma década, depois de a anterior câmara de comércio ter falido em 1995 e com dívidas, encerrando uma existência de 70 anos.

A ideia de recuperação desta instituição partiu do embaixador de Portugal em França, António Monteiro, tendo sido constituído um grupo de trabalho com dirigentes de empresas portuguesas para estudar a sua viabilidade.

Em Abril, o embrião do projecto foi apresentado a várias empresas, entre as quais os bancos e seguradoras portuguesas a operar em França (BCP, CGD, BES, BPI, BPN, Fidelidade, Império), TAP, Marconi, Airluxor, Inapa, Portucel, Grupo Amorim, Sonae, Ibermoldes, Logoplaste, Visabeira ou o gabinete de advogados Mendes Antunes.

Em Junho, foi aprovado e definido um "núcleo fundador" de vinte empresas, e onde se inclui o ICEP, que serão responsáveis pela criação da associação e por financiar o seu financiamento nos primeiros tempos.

"Pode ser um excelente complemento do ICEP", garantiu Mário Ferreira, em declarações à Agência Lusa, baseado na experiência de três anos que passou em Inglaterra, onde existe uma câmara de comércio portuguesa.

"Em Portugal já existe uma câmara de comércio francesa muito activa, faltava a segunda faixa da auto-estrada", ilustrou este responsável, salientando que, a seguir a Espanha, França é o país onde existe um maior número de empresas portuguesas a laborar.

Entre as funções previstas estão a prestação de assistência às empresas portuguesas que queiram fazer negócios em França, a ajuda na criação de filiais, apoio jurídico ou a organização de visitas de empresários.

A adesão será aberta também a micro e pequenas empresas interessadas, estando prevista uma contribuição diferenciada que pode ir dos 350 euros anuais para as pequenas empresas, 1500 euros paras as médias e cerca de 2500 euros para as companhias de maior dimensão.

Até ao final do ano, a associação pretende que cada um dos 20 membros-fundadores angariem pelo menos seis novos aderentes, estimando acabar 2005 com cerca de 250 sócios, adiantou Mário Ferreira.

Paralelamente, será criado uma página na Internet, estruturas para prestar alguns serviços, contratado um animador e lançada uma newsletter.


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