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  Cabo Verde
CPG prevê em 2003 exportações de um milhão de euros para os EUA
- 18-Dec-2002 - 14:24

A empresa cabo-verdiana Confecções Porto Grande (CPG) prevê para 2003 um volume de vendas para os Estados Unidos de um milhão de dólares (sensivelmente o mesmo valor em euros), no âmbito do African Growth and Opportunity ACT (AGOA).

Essas exportações, que estão isentas de pagamento de direitos, significarão a venda de meio milhão de camisas, de acordo com o director da empresa, Adriano Pires, para quem esta aposta constitui, de momento, a principal prioridade da CPG.

«Ao longo de todo o ano de 2002 estivemos a preparar-nos para dar resposta às exigências de qualidade que um mercado como os Estados Unidos impõe e podemos dizer que, neste momento, estamos em condições de satisfazer os pedidos dos nossos clientes», adiantou Adriano Pires.

A CPG enviou já as primeiras encomendas para os Estados Unidos, num total de 22 mil peças, e é, até agora, a primeira empresa cabo-verdiana a exportar no quadro do AGOA, programa que beneficia 35 países africanos e prevê a exportação, para aquele país, de mais de 6.000 produtos com isenção total de direitos.

De acordo com Adriano Pires, a CPG teve que correr alguns riscos, uma vez que abrandou a sua produção normal para preparar-se de forma cuidada para atacar o mercado dos EUA.

«Investimos cerca de 100 mil contos cabo-verdianos (907.400 euros) na renovação do nosso equipamento e tecnologias, bem assim na preparação do nosso pessoal, o que teve implicações nas nossa produção normal», adiantou Adriano Pires, considerando que «valeu a pena».

Como resultado desse esforço, a CPG já deu algumas garantias ao seu cliente norte-americano de que «pode cumprir os prazos e corresponder às exigências de qualidade», observou aquele responsável, adiantando que, em 2003, «todo o esforço da empresa será concentrado no AGOA».

Quanto à mão de obra, avançou que foi necessário aumentar o número de trabalhadores de 108 para 153, estando prevista a contratação de mais mão-de-obra em 2003, «caso as coisas corram como planeadas».

O objectivo, segundo Adriano Pires, é conseguir, «já em Janeiro, a produção diária de 2.000 camisas», números que, adiantou, «poderão ser aumentados, se necessário, para 4.000, embora a meta traçada seja de 10.000 peças por semana».

O director da Confecções Porto Grande é da opinião de que o AGOA é um programa de grande alcance e que poderá beneficiar grandemente as empresas cabo-verdianas, caso tenham apetência para correr alguns riscos e sejam ultrapassadas algumas dificuldades, «principalmente burocráticas».

Segundo Adriano Pires, também será necessário um «esforço acentuado de Cabo Verde no sentido da promoção da sua indústria no mercado norte-americano», tarefa em cuja materialização, adiantou, «o governo e os empresários devem juntar as mãos».

É também imprescindível, perspectivou aquele responsável, «rever o sistema de transportes e sobretudo os seus custos, para que os produtos cabo-verdianos exportáveis para os Estados Unidos sejam concorrenciais».

A produção da CPG tem como importador nos Estados Unidos a empresa BWA, de Nova Iorque, que revende para vários clientes, entre os quais a Cabelas, marca a que estará associada a etiqueta «made in Cape Verde».

A Confecções Porto Grande é uma sociedade por quotas com capital alemão (70 por cento), português (25 por cento) e cabo- verdiano (5 por cento), e tem sede na ilha de S. Vicente, trabalhando com mão-de-obra 100 por cento cabo-verdiana.

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