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Xanana juntou primeiro-ministro e antigos combatentes
- 22-Jul-2004 - 12:44


Um acordo patrocinado pela Presidência da República timorense pôs hoje fim à situação conflituosa gerada pela manifestação dos antigos combatentes iniciada segunda-feira e dispersa horas depois pela polícia, numa operação que resultou na detenção de 31 pessoas.


A iniciativa de Xanana Gusmão, caracterizada pelo seu porta- voz, Agio Pereira, como uma "solução criativa", começou com o chefe de Estado a reunir primeiro com os 31 detidos, acompanhados do advogado destes, Vital Santos, e por André da Costa Belo, um antigo comandante das FALINTIL conhecido por "L4".

Após um curto intervalo e porque era dia da reunião semanal com o primeiro-ministro Mari Alkatiri, o encontro prosseguiu com o chefe do governo com a particularidade de ser aberto à imprensa.

Ao longo de mais de duas horas, os detidos chamaram a atenção para os seus problemas, reclamando do que consideram terem sido maus tratos do lado da polícia, enquanto o primeiro-ministro explicou a política do governo relativamente aos antigos combatentes e justificou a actuação policial, reconhecendo, todavia, alguns excessos.

Na qualidade de moderador, embora fosse o anfitrião do encontro, Xanana Gusmão conciliou as duas posições, abrindo a porta a um acordo aceite pelas duas partes, salientando que o processo de reconhecimento da intervenção dos antigos combatentes na libertação de Timor-Leste "se encontra a correr os trâmites normais".

Este acordo assenta na disponibilidade dos detidos, agora em liberdade, de colaborarem com o Procurador Geral e a polícia na investigação dos incidentes, e também no reconhecimento pelo governo da necessidade de intensificar a formação da Polícia Nacional de Timor- Leste, nas vertentes técnico-profissional e psicológica.

Neste sentido, Xanana Gusmão leu e explicou, com exemplos práticos, o teor de uma carta que Mari Alkatiri enviou ao representante especial do secretário-geral da ONU em Timor-Leste, o japonês Sukehiro Hasegawa, em que solicita aos assessores internacionais que garantem a formação da PNTL a intensificação e reforço da formação dos agentes.

Xanana Gusmão e Mari Alkatiri convidaram ainda os antigos combatentes a fazerem chegar a Cornélio Gama, o histórico comandante guerrilheiro "L7", a mensagem que não corre qualquer perigo de ser detido, instando-o a dialogar com as autoridades, tendo em vista ajudar à resolução dos problemas dos ex-guerrilheiros.

"L7" foi um dos organizadores da manifestação iniciada ao final da tarde da passada segunda-feira, dispersa terça-feira de manhã pela polícia, com os disparos de granadas de gás lacrimogéneo, de gás pimenta e de fumo.

Ao contrário da informação que circulou em Díli, não foram efectuados disparos com balas de borracha, por se tratar de equipamento que a PNTL não dispõe.

Os invólucros das munições encontradas na varanda da chancelaria e do consulado de Portugal, num edifício situado do outro lado da rua onde ocorreram os incidentes, diziam respeito a granadas de fumo e não a balas de borracha.

No final, em declarações à Lusa, quer André da Costa Belo "L4" quer o advogado Vital Santos manifestaram-se satisfeitos com o diálogo ocorrido e a solução encontrada.

André da Costa Belo acrescentou à Lusa que vai contactar Cornélio Gama para que este dialogue com as autoridades, reafirmando que o antigo comandante tem "todas as garantias que a polícia não o deterá".

"L7" deixou de ser visto em público depois de a polícia ter dispersado os manifestantes.


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