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  Cabo Verde
Partido de Fadul levanta «proibição de diálogo» com PRS
- 25-Jul-2004 - 21:28


Os dirigentes das duas maiores forças da oposição guineense voltaram ao diálogo, dois meses após o Partido Unido Social-Democrata (PUSD) se ter recusado a falar com o da Renovação Social (PRS), disse hoje à Agência Lusa fonte partidária.


Fonte do PUSD, partido liderado por Francisco Fadul e que constitui a segunda maior força da oposição, adiantou que existe uma vontade de dialogar em democracia, uma vez que o PRS, principal formação política oposicionista, tem "moderado" as suas actuações na política, já longe dos radicalismos.

A fonte indicou que, face a esta situação, as duas forças podem fazer agora uma "oposição construtiva" ao governo de Carlos Gomes Júnior, também presidente do partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC).

A decisão foi tomada sábado numa reunião da Comissão Política do PUSD e surge numa altura em que o governo apresentou no Parlamento o Programa de Governo e o Orçamento geral do Estado, cuja discussão e votação deverá ocorrer ao longo da próxima semana.

Escusando adiantar pormenores sobre qual a posição do PUSD face a estes dois documentos, a fonte sublinhou, porém, que "tudo está em aberto", mesmo depois de o partido de Francisco Fadul ter indicado já publicamente que iria aprovar os documentos "em respeito pela estabilidade institucional" de que o país necessita.

Sobre as negociações que decorreram com o PAIGC, na sequência das quais se chegou a falar da possibilidade da assinatura de um acordo inter-partidário e da criação do cargo de vice-primeiro- ministro para Francisco Fadul, o que não está previsto na Constituição, a fonte limitou-se a indicar que saíram frustradas, sem avançar pormenores.

Por seu lado, contactada pela Lusa, fonte da direcção do PRS não comentou a decisão do PUSD e, embora saudando-a, indicou que o partido nunca esteve de costas voltadas para a formação política de Francisco Fadul.

Fonte do PAIGC, por seu lado, igualmente contactada pela Lusa, não comentou também nenhum dos assuntos, remetendo o jornalista para uma declaração do partido que, em princípio, deverá ser divulgada segunda-feira.

O governo do PAIGC, partido que conta com 45 deputados, necessita de mais seis votos para atingir a maioria absoluta entre os 100 parlamentares que constituem a Assembleia Nacional Popular (ANP, Parlamento).

O PRS é a segunda força parlamentar, com 35 deputados, seguido pelo PUSD, com 17, e pelas coligações União Eleitoral (UE, dois) e Aliança Popular Unida (APU, um).


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