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  Cabo Verde
12,2% dos moçambicanos
estão infectados com Sida

- 20-Dec-2002 - 0:03


Plano Quadro das Nações Unidas para a Ajuda ao Desenvolvimento (UNDAF) será aplicado em Cabo Verde até 2005


O presidente moçambicano, considera (e bem) que a criminalidade a Sida são os principais flagelos do país. De facto, o HIV/Sida afecta mais de 12,2% dos 17 milhões de moçambicanos. Consciente dessa realidade, Joaquim Chissano exortou o país a «combater a criminalidade e todos os males a ela associados (entre os quais as doenças infecciosas) com toda a determinação e de forma enérgica». Embora não seja um problema exclusivo de Moçambique, seria bom que os países lusófonos dessem as mãos para, em conjunto, minimizar este grave problema que, aliás, mereceu a atenção do secretário executivo da CPLP na sua recente viagem a Angola.

Falando ontem no encerramento de um curso de formação da Polícia, o chefe de Estado moçambicano exortou os novos agentes a serem responsáveis «perante a vida, adoptando um comportamento são» para evitar a contaminação pelo vírus da Sida.


CRIMINALIDADE, SIDA E POBREZA SÃO MISTURA EXPLOSIVA


«Os índices de evolução do HIV/Sida e o seu impacto no seio dos efectivos da polícia são extremamente preocupantes. Só no presente ano de 2002 foram já registados cerca de 350 óbitos por doenças infecciosas associadas ao vírus do HIV/Sida", disse Joaquim Chissano.

De acordo com o presidente moçambicano, os novos polícias devem ter em mente que representam «um grandioso investimento do Estado» e que as suas vidas possuem «um valor inestimável» tanto para «as famílias, como para a sociedade e para a pátria que juraram defender».

«Não devem desperdiçar esse investimento, nem frustrar as esperanças que depositamos em vós», sublinhou o presidente.

Segundo informações do Ministério da Saúde de Moçambique existem no país cerca de 1,9 milhões de pessoas portadoras do vírus da Sida, sendo de 12,2% o índice de prevalência.

De acordo com a mesma fonte, a maioria das infecções verifica-se na zona centro do país, com 16,6%, seguindo-se o sul, com 13,2%, e a região norte, em que a infecção apresenta um menor índice de incidência, de 5,7%.
Estimativas indicam que por dia ocorrem cerca de 500 novas infecções pelo vírus da Sida no país, a maioria das quais em jovens com idades entre 15 e 24 anos.


NAÇÕES UNIDAS DÃO AJUDA VITAL EM CABO VERDE


O acesso dos pobres aos serviços sociais básicos e a luta contra a Sida são áreas de intervenção do Plano Quadro das Nações Unidas para a Ajuda ao Desenvolvimento (UNDAF) em Cabo Verde, que será aplicado até 2005.

A cooperação entre Cabo Verde e as Nações Unidas terá, a partir de agora, novos contornos, englobando todas as agências da ONU com representação no país.

O UNDAF para Cabo Verde contempla quatro áreas de intervenção, que são a boa governação, a criação de oportunidades económicas para os pobres, o acesso dos pobres aos serviços sociais de base e a luta contra a Sida.

Eduardo Cardoso, representante da UNICEF em Cabo Verde, a quem coube apresentar as linhas gerais do plano, realçou que no sector da governação haverá intervenções, principalmente, no âmbito da reforma administrativa, boa gestão e economia do desenvolvimento.


ENSINO, SAÚDE E ÁGUA POTÁVEL...


O acesso das populações ao ensino, à saúde, à água potável e ao saneamento básico são intervenções que se inscrevem na vertente de acesso dos pobres a serviços sociais de base.

Na definição dos quatro domínios de intervenção, foram considerados cinco áreas transversais, que são a questão do género, do aumento das capacidades nacionais, da captação de dados para o seguimento e a avaliação do plano, das novas tecnologias de informação e comunicação, bem como a mobilização de recursos.

A equidade e igualdade de sexos e a questão dos grupos vulneráveis (jovens, portadores de deficiências, crianças e vítimas da droga) também foram considerados na elaboração do UNDAF para Cabo Verde.

O Plano Quadro das Nações Unidas para Ajuda ao Desenvolvimento (UNDAF) em Cabo Verde, deverá ser aplicado no período 2002-2005, articula-se com outros instrumentos de intervenção e desenvolvimento de iniciativa governamental.

As Grandes Opções do Plano, o Plano Nacional de Desenvolvimento, O Programa de Luta Contra a Pobreza e Plano Nacional de Luta contra a Sida estão entre eles.

Com o UNDAF, uma orientação do actual secretário-geral da ONU, Kofi Annan, pretende-se aumentar a capacidade da organização no domínio do apoio aos países em desenvolvimento, articular intervenções e rentabilizar recursos.

Busca-se ainda harmonizar as intervenções das agências do sistema das Nações Unidas, visando a melhoria do impacto de sua acção sobre o desenvolvimento sócio-económico dos países, por meio da introdução de uma maior coerência nos programas de cooperação.

Assim, para todas as acções a desenvolver, em diversos níveis, em cada país, haverá um calendário comum, estabelecido em estreita colaboração com os respectivos governos.

O plano surgiu na sequência de um processo de consulta, realizado a partir de 2001, que envolveu o Governo, uma equipa do sistema das Nações Unidas, a sociedade civil, o sector privado e os parceiros de desenvolvimento de Cabo Verde.

As directivas contidas no UNDAF são extensíveis a todas as agências da ONU com representações em Cabo Verde, que se articularão com outros parceiros de desenvolvimento do arquipélago.

ROGER N’GOLA (em Moçambique)
e FERNANDO SILVA (em Cabo Verde)

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