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  Cabo Verde
Sector privado deve participar no relançamento dos Correios
- 30-Jul-2004 - 18:37


O ministro dos Correios e Telecomunicações, Licínio Tavares, defendeu hoje, em Luanda, a participação do sector privado nacional e internacional no relançamento dos serviços postais em Angola.


De acordo com o governante, que falava durante a cerimónia de apresentação do Plano Director de Desenvolvimento dos Serviços Postais em Angola, nesta fase de relançamento é impensável, por si só, o Estado suportar financeiramente o programa de modernização dos correios.

Apesar de apelar à participação do sector privado, Licínio Tavares frisou que o Governo não se demitirá das suas responsabilidades, sobretudo neste fase de relançamento da rede postal no país.

O ministro disse ser necessário, apesar de a ajuda prestada por organismos do Estado, a congregação de sinergias tanto com parceiros nacionais, como internacionais que servirão de facilitadores à execução do plano.

Sublinhou que as medidas políticas preconizadas no plano director visam relançar a actividade postal em todo território nacional, assim como adequar o quadro institucional e legislativo, com vista a permitir a criação de um mercado postal concorrencial e integrar os correios nacionais na rede postal mundial.

Noutra vertente da sua intervenção, o ministro reconheceu que, devido o avanço das tecnologias de informação, "a carta física", enquanto parcela importante do mercado postal, vem sendo substituída por outras facilidades que as tecnologias de informação proporcionam hoje.

A implementação do plano director permitirá que as empresas nacionais EDEL, EPAL, ENE e Angola Telecom possam fazer cobranças de facturas dos seus serviços a partir dos correios.

Devido a multifuncionalidade das estações postais, salientou, o ministério pretende que os correios sejam um importante factor de integração nacional, facilitando a fixação das pessoas nas suas zonas de origem.

O plano director dos correios, aprovado em Maio deste ano em Conselho de Ministros, será implementado num período de nove anos, sendo os três primeiros para o relançamento e outros seis para a estabilização e desenvolvimento do sector.

As reformas no sector dos correios tiveram início em 2001, com aprovação de uma nova lei de base dos serviços postais, que prevê a existência de serviços postais em concorrência.

O plano director prevê a existência de unidades de negócios, com particularidades especificas e autonomia suficiente para que elas se desenvolvam e possam evoluir para pequenas empresas filiadas/subsidiaria, numa óptica de sociedade comercial.

Entre os serviços novos destacam-se, além do relançamento dos serviços financeiros postais, os serviços de logística (gestão de stoks e processamento e distribuição de encomenda), o alargamento do acesso à Internet, serviços com suporte electrónico e a formação a distancia.

Participam do encontro, cujo termo está aprazado para esta tarde, representantes de empresas nacionais e parceiros internacionais dos Correios de Angola.

A CTT Correios de Portugal, empresa que desenvolve os serviços postais de Cabo Verde, é uma das empresas participantes do fórum e predispõe-se em ajudar no relançamento do sector em Angola, segundo o seu director-geral, Jose Leal.

Fonte: Angop


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