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  Cabo Verde
«Muitos projectos, se houver dinheiro», afirma director do IILP
- 31-Jul-2004 - 15:39


A criação do Observatório de Língua Portuguesa, de um "cibercafé" e uma ofensiva diplomática à procura de parcerias são ambições do novo director do Instituto Internacional de Língua Portuguesa, um projecto de intenções que se arrasta há 15 anos.


Em entrevista à Agência Lusa, em São Tomé, à margem da V cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), o cabo- verdiano Manuel Brito Semedo, novo director do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), manifestou-se pronto a arregaçar as mangas para realizar projectos e dar à instituição a visibilidade que procura há 15 anos, mas avisa que isso só será possível "se houver dinheiro".

Um dos grandes projectos do novo director é a criação do Observatório de Língua Portuguesa, uma ideia lançada pelo ex- secretário-executivo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) João Augusto de Médicis, que morreu a 14 de Abril últimos, poucos meses antes de terminar o seu mandato.

O projecto prevê "a recolha de informações sobre pesquisa na área da língua portuguesa e sua divulgação", explica Manuel Bruto Semedo.

A criação do "cibercafé", na sede do IILP, em Cabo Verde, "destinado especialmente aos estudantes", a formação de intérpretes para conferências de forma a "impulsionar o uso do português em organizações internacionais" e várias iniciativas destinadas à sociedade civil, nomeadamente a angariação de fundos para bibliotecas, são outras das ambições do director.

Ainda este ano, Manuel Brito Semedo pretende efectuar, em Outubro, uma visita a Portugal e, em Novembro, ao Brasil, para contactar com universidades e fundações para "promover parcerias essenciais à realização destes projectos".

Já na segunda metade do seu mandato, em Novembro de 2005, o responsável pretende realizar, em Cabo Verde, uma "conferência internacional sobre as culturas e a língua dos povos da CPLP", que reunirá "académicos e intelectuais".

No entanto, avisou, nada disto será possível se os Estados membros da CPLP continuarem sem pagar as quotas anuais, que constituem o orçamento do IILP.

"Em 2002 e 2003 apenas metade dos países pagou e 2004 apenas dois", realçou.

"Os países devem assumir se querem realmente o IILP e, caso decidam que sim, têm que pagar as quotas", actualmente de 20 mil dólares (16.600 euros) por ano, num orçamento total de 160 mil dólares (quase 133.00 euros).

Segundo o director, mais de 60 por cento deste orçamento serve para pagar despesas correntes, incluindo com o pessoal e isto tendo em conta que está a funcionar apenas com cinco elementos, o que torna o IILP "inviável".

Manuel Brito Semedo defendeu o recurso a contribuições adicionais, além das quotas anuais, "só destinadas à realização de projectos" e que Portugal e Brasil "devem pagar mais do que os restantes Estados membros por serem os mais desenvolvidos da organização, que integra ainda Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.

Além dos projectos que se propõe concretizar, o novo director, designado para o cargo pelos chefes de Estado e de Governo da CPLP, na cimeira que decorreu segunda e terça-feira na capital são-tomense, pretende acabar os seu mandato de dois anos deixando definidas "as linhas estratégicas para os próximos 20 ou 25 anos".

A ideia de criar o IILP surgiu em 1989, na mesma altura em que o então ministro da Cultura do Brasil, José Aparecido de Oliveira, fez um périplo pelos países lusófonos, apelando para a criação da CPLP.

A primeira pedra para a construção do sede do instituto, na Cidade da Praia, em Cabo Verde, foi colocada apenas em 1998, mas rapidamente a ideia de construir um edifício de raiz foi abandonada e decida a recuperação da chamada Casa Cor de Rosa, que só estará concluída em Outubro deste ano.

Os estatutos do IILP, considerada a primeira instituição da CPLP, só foram aprovados em Julho de 2001, na VI reunião de Conselho de Ministros da organização, em São Tomé, e a Assembleia Constitutiva realizou-se quase um ano depois.

Portanto, oficialmente, o IILP tem apenas dois anos.


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